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Intimidades Reveladas


Segunda-feira, 15.08.16

6 coisas que podem acontecer quando se toma viagra

Tomar viagra para auxiliar o desempenho sexual é uma das coisas mais comuns feitas por vários homens. Mas quem nunca experimentou, sabe o que o remédio azulpode fazer no corpo quando é tomado pela primeira vez? Veja a nossa lista com algumas coisas que podem acontecer quando se toma Viagra pela primeira vez:

1. Gera desconforto na transa e não aumenta a sua libido

O Viagra promove uma ereção que dá vontade de transar por mais de trinta minutos, o que pode causar desconforto e diminuição da lubrificação vaginal.

2. Se parar de tomar, você não fica dependente da pílula

Uma semana depois de parar de usar o remédio, você consegue recuperar o antigo ritmo sexual.

3. Você pode não continuar tomando por alguns fatores

O Viagra exige um certo planejamento. Alguns homens ou casais não gostam de tomar a pilula só por causa do sexo.

4. As mulheres podem se frustrar com você

O especialista afirma que pode ser perigoso para o homem, pois a mulher pode se voltar contra ele por ter escondido que usa o remédio e pode achar que ele possui algum tipo de problema de saúde.

5. Ele pode não resolver os problemas do seu relacionamento

O homem e a mulher têm visões muito diferentes do que é importante numa relação e no sexo.

6. Pode morrer

Para vencer um desafio, um homem tomou algumas pílulas de Viagra, venceu a aposta, mas logo depois que terminou a sessão prolongada de sexo, morreu de ataque cardíaco.

Fonte: Ultra Curioso

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por adm às 15:20

Domingo, 31.05.15

"Viagra" feminino está sendo desenvolvido nos Estados Unidos

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa.

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo.

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho.

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo.

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo.

Causas da falta de desejo feminino

São diversas as causas de falta de desejo da mulher. Conversamos com os profissionais e listamos as principais, confira:

O desejo sexual das mulheres é considerado um tabu e um mistério para muitas pessoas, inclusive para algumas delas! Enquanto os problemas sexuais masculinos se resumem a problemas de ereção, os tipos de disfunção sexual feminina são mais complexos, pois em geral mexem com o desejo sexual, que normalmente se reduz com a idade. Por mais que o desejo seja algo ligado à mente, cientistas acreditam que existem mecanismos cerebrais envolvidos, inclusive os mecanismos de recompensa.

Uma prova disso é a eficiência do antidepressivo Flibanserina nesse tipo de tratamento, o chamado "viagra feminino". Usado inicialmente apenas para a depressão, algumas pacientes dos testes clínicos começaram a sentir um efeito colateral bem agradável: o aumento do interesse por sexo. Foi demonstrado um modesto aumento no desejo sexual dessas mulheres, apesar de isso ser algo difícil de medir. Testes específicos para essa finalidade do medicamento foram consuzidos em 2011 e mostraram que as mulheres usando o medicamento relataram uma média de 2,5 relações sexuais satisfatórias por semana no período de 28 dias, enquanto as outras mulheres com disfunção sexual feminina tinham uma média de 1,5 relações sexuais semanais neste mesmo intervalo de tempo.

Agora, oFood and Drug Administration (FDA), órgão regulatório de alimentos e remédios nos Estados Unidos, fará uma comissão consultiva para avaliar se esse medicamento deve ou não ser aprovado para o tratamento de falta de libido em mulheres. A comissão ocorrerá nos dias 3 e 4 de junho.

Não é a primeira vez que esse medicamento é avaliado pela FDA. Em 2010 ele já foi reprovado. No Brasil o medicamento também não foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mas uma aceitação na FDA costuma servir como referência para órgãos regulatórios no mundo todo.

O questionamento envolve, principalmente, os efeitos colaterais decorrentes desse tipo de medicamento, como náusea, tonturas e sonolência, e o fato de que muitas vezes esses problemas podem ser solucionados com terapia ou remédios hormonais, por exemplo.

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por adm às 21:20



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