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Intimidades Reveladas


Quinta-feira, 03.07.14

Sexo 24h antes da partida pode melhorar desempenho em campo

Antes de uma grande partida de futebol, os jogadores recebem uma série de restrições, desde a participação em festas, ingestão de bebidas alcoólicas, gasto extremo de energia fora dos treinos e até de fazer sexo. É certo que a maioria das proibições pode prejudicar o desempenho dos atletas, porém, ter relaçõs sexuais no dia anterior ao jogo pode ajudar, segundo o ortopedista especializado em medicina do esporte, Daniel Ramallo. “O jogador consegue chegar no dia da partida mais tranquilo, relaxado e com nível de estresse mais baixo. Ajuda o atleta a descansar melhor no dia anterior à partida”, disse ele.

 

Uma pesquisa feita pelo site Quartz reforça a opinião do especialista: todas as seleções que proibiram que seus atletas fizessem sexo durante a Copa do Mundo foram eliminadas. Das equipes ainda participantes do campeonato mundial, ainda segundo o estudo, os jogadores alemães e holandeses têm as atividades sexuais completamente liberadas; os brasileiros, belgas, franceses e costa-riquenhos podem fazer sexo com algumas restrições; e não se sabe sobre as regras da Argentina e Colômbia.

De acordo com Ramallo, praticar sexo um dia antes da partida pode ajudar o jogador a atingir o estágio R.E.M. do sono – em que acontece os sonhos e é possível descansar de fato. A ansiedade e o estresse prejudicam a qualidade do sono. “Além disso, muito estresse atrapalha o desempenho em campo, a precisão dos toques fica prejudicada e até mesmo o condicionamento”, disse ele. O especialista afirmou, porém, que níveis de estresse muito baixos não são bons em uma partida: “não pode ficar totalmente relaxado, precisa de capacidade de reação e movimentação, é preciso um equilíbrio”, acrescentou.

 

A relação sexual acompanhada de festa, perda da noite de sono e ingestão de bebidas alcoólicas “sem dúvida interfere negativamente na qualidade física dos atletas. Sintomas de desidratação como cefaleia e náuseas podem prejudicar a performance”, alertou o ortopedista e traumatologista especialista em esportes do Hospital Nossa Senhora das Graças, Christiano Saliba Uliana. Na opinião dele, em uma relação sexual fora do contexto citado, os jogadores ainda deveriam respeitar um intervalo de 24 horas entre o sexo e a partida.

 

“O relaxamento logo após a relação sexual – devido hormônios liberados – pode diminuir a agressividade e competitividade, o que não é interessante durante o esporte”, alertou o médico do esporte da Clínica Livon, Gustavo Bornholdt. “A melhor maneira de conduzir o assunto seria atingir o equilíbrio entre o relaxamento proporcionado pelo sexo, que pode ser conseguido 36 a 48 horas antes dos jogos, com um período de concentração e resguarda física nas 24 horas prévias ao evento”, disse o especialista em esporte Christiano Saliba Uliana.

Esforço físico
O gasto calórico não deveria ser uma preocupação dos treinadores, já que perto do aquecimento, é insignificante. “Não é de se espantar que ele pouco influencie no condicionamento físico”, afirmou Ramallo. Para Bornholdt, trata-se mais de uma questão cultural a proibição do sexo antes dos jogos para evitar a fadiga do jogador, pois o desgaste físico de uma relação regular é baixo.

Concentração
Às vésperas do jogo ocorre o isolamento de todo o elenco do time em um ambiente fechado a visitas, passeios e distrações, definiu Uliana. Do ponto de vista psicológico, segundo o especialista, é importante que o grupo esteja junto, faça as refeições e conviva. O tempo vai depender da equipe técnica, mas, “em geral, os jogadores se concentram de um a dois dias antes da partida”.

Os objetivos são reforçar as estruturas dos laços e vínculos de amizade entre os jogadores, trocar informações e evitar distrações; para os técnicos, é corrigir os erros nas jogadas e observar o time em tempo integral; e para a equipe médica, é a possibilidade de um planejamento de desempenho mais completo e garantia do tempo de repouso necessário antes do jogo, detalhou Bornholdt. “Na concentração, dificilmente os jogadores farão algo mais intenso do que jogar videogames”, acrescentou.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/be

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por adm às 20:33

Segunda-feira, 14.04.14

Sexo oral causa mais câncer de garganta que cigarro e álcool, diz especialista

 


O cigarro e o consumo frequente de bebidas alcoólicas sempre foram apresentados como vilões dos cânceres de orofaringe, especialmente na região da garganta. Embora ambos continuem sendo importantes fatores de risco, na última década observou-se um aumento significativo de casos da doença relacionados ao vírus HPV (papilomavírus humano).

 

O oncologista Dr. Luiz Paulo Kowalski, diretor do Núcleo de Cabeça e Pescoço do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo (SP), explica que houve uma mudança no perfil da doença, ou seja, “o que antes era frequente em homens acima dos 50 anos que fumavam e bebiam, agora é mais comum em jovens (30 a 40 anos) que fazem sexo oral desprotegido e têm vários parceiros”.

 

"É uma epidemia que está começando e acredito que por volta de 2020 o número de casos de câncer na garganta por HPV vai superar o provocado por álcool e tabaco. Atualmente, em São Paulo, cerca de 50% das pessoas com câncer de orofaringe foram infectadas pelo papilomavírus humano", analisa.

 

Para o médico, apesar de a conscientização da sociedade sobre os perigos do tabaco e o consequente abandono do vício, hoje o desenvolvimento do câncer na região da boca é decorrente da mudança de comportamento dos jovens que negligenciam o uso da camisinha.

 

"A principal forma de contágio é o sexo oral, sendo que ainda existe a possibilidade de transmissão do vírus pelo beijo. Por isso, é importante fazer sexo seguro e procurar restringir o número de parceiros", diz.

 

Vacina HPV

 

Além disso, o especialista reforça que a vacina contra o HPV é a forma mais eficaz de prevenção e deve ser administrada, de preferência, antes do primeiro contato sexual. No entanto, a ginecologista Dra. Neila Maria de Gois Speck, professora afiliada do departamento de Ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e membro da diretoria da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, avisa que ela também pode ser usada por pessoas mais velhas.

 

"A indicação de bula é para mulheres entre 9 a 26 anos, mas trabalhos científicos mostram que ela é eficaz até os 50 anos. Além disso, a vacina é aprovada para o uso em homens."

 

Diagnóstico

 

Entre os sintomas do câncer de garganta, o médico do Hospital A.C. Camargo destaca dor persistente e progressiva na região, geralmente de um único lado, e dificuldade de engolir. Segundo ele, como o assunto está mais conhecido pela classe médica e população em geral, o diagnóstico se torna precoce e a chance de cura é maior.

 

"A cura depende da extensão da doença, mas em estágios iniciais a chance é de 90%; em casos mais avançados a porcentagem cai para 70%. Mesmo assim, é importante o paciente redobrar as medidas preventivas porque a doença pode voltar", explica o médico.

 

Assim como para o câncer de mama, o autoexame na boca e garganta é importante. Dr. Kolwaski orienta olhar na frente do espelho e procurar manchas vermelhas, brancas, feridas e bolinhas na região. Se detectado alguma alteração, vale procurar um especialista que pode, inclusive, ser o dentista ou otorrinolaringologista.

 

"Caso esses profissionais desconfiem de câncer, o oncologista será contatado e assumirá o caso", finaliza.



fonte:http://www.acritica.net/

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por adm às 19:26



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