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Intimidades Reveladas


Quarta-feira, 03.06.15

O Sagrado Feminino: Como Lidar com a Falta de Orgasmo e o Medo da Masturbação

Por Rogerio Lubk, autor de Tantra&Sexualidade

Para muitas sociedades pré-cristãs a mulher era respeitada e até mesmo encarada como uma deusa pelo fato de conceber outra vida dentro do seu ventre. E em virtude disso, surgiram cultos e símbolos que enalteciam os atributos femininos.

As mulheres podiam dançar livremente, ter um contato mais íntimo com a natureza, se permitir sentir prazer e interpretar seus sentimentos e emoções. Essa interação da mulher com o meio e com seu lado mais íntimo formou aquilo que se convencionou chamar de sagrado feminino.

Basta olharmos para a sociedade que hoje nos cerca para percebermos que a mulher desempenha o papel da profissional que trabalha em um escritório de segunda a sexta, que estuda para poder subir na carreira, que cuida dos filhos e ainda precisa dar atenção ao marido e tarefas de casa.

Alie esses fatores que contribuem para a falta de tempo e o aumento do estresse com as massivas influências de uma sociedade patriarcal cristã e nós perceberemos claramente muitas mulheres que não conhecem seu corpo e não se permitem conhecer, que sentem medo e insegurança de se masturbar, que não sabem o que é e nem como chegar ao orgasmo.

Então, surge o questionamento: onde está aquela mulher deusa? Aquela mulher que era senhora de si, que sabia lidar com o corpo, com os sentimentos, com os ciclos naturais da vida?

Quero te mostrar que você é uma “deusa” em potencial, que pode usar o sexo para aumentar seu prazer em suas relações e obter uma maior qualidade de vida. Sem culpa, sem medo, sem bloqueios. De maneira natural e segura, como deve ser.


O PAPEL DA MASTURBAÇÃO E A TERCEIRIZAÇÃO DO PRAZER

As garotas são educadas para não falar sobre sexo. O sexo é percebido apenas como um meio de procriação. No ambiente familiar, os pais geralmente não falam abertamente sobre sexo. E, quando falam, usam os velhos e mesmos clichês “olha com quem você sai”, “use camisinha”, “você é muito nova para namorar”, “primeiro estude e depois namore”, etc.

Com isso percebemos que o sexo parece não encontrar espaço dentro da família para que seja debatido e esclarecido. O clitóris, na maioria das vezes é descoberto pela mulher por “acidente” no banho.

Claro que atualmente a sexualidade está muito mais aberta e a internet tem facilitado novas descobertas. Contudo, ainda é muito grande o número de mulheres que afirmam nunca terem se masturbado. Ou quando assumem, é com bastante vergonha. Orgasmo então, nem se fala!

A mulher que não se masturba não se conhece tão intimamente. O que pode gerar medos e bloqueios durante as relações sexuais.

E em decorrência disso, quando essa mulher entra em um relacionamento, pode adotar a postura de terceirizar seu orgasmo para o parceiro. Como se ele fosse o principal e único responsável por fazer ela chegar ao ápice do prazer.

O sexo é um ato conjunto, onde é preciso existir entrega mútua. Tanto o homem, quanto a mulher precisam ser íntimos de si mesmos para só então serem bem-sucedidos na intimidade do outro. O homem deve ajudar a mulher a chegar no orgasmo, mas a mulher também tem que se permitir chegar ao orgasmo.


CONSTRUINDO UM NOVO CENÁRIO

A melhor maneira de lidar com a falta de orgasmo e o medo no momento da masturbação, é começar a fazer um mergulho interno. A se despir de certos costumes, preceitos e dogmas que te aprisionam em grilhões invisíveis.

Permita a si mesma se conhecer melhor. Descubra quais as sensações que você gosta, o que te dá prazer. Esforce-se para chegar ao orgasmo sozinha. Você merece sentir essa sensação.

Redescubra o sagrado feminino. Inclua atividades lúdicas no seu dia a dia. Faça do sexo uma grande brincadeira, perceba e esteja consciente de todas as sensações que seu corpo for sentindo.

Converse com seu parceiro mais abertamente sobre sexo. Não importa sua idade, basta apenas você ter vontade de mudar, de querer experimentar o novo.

Só te alerto que esse exercício de autodesenvolvimento pode ser extremamente libertador e causar uma revolução em sua vida.

Se você deseja se permitir sentir prazer, obter orgasmos, aprimorar sua técnica de masturbação e elevar a qualidade do seu relacionamento sexual, é hora de começar, já é hora de deixar os medos de lado!

Recomendo que você confira o livro “Tantra & Sexualidade”, um material prático e didático que vai despertar todo potencial que há dentro de você e trazer vitalidade para todas as áreas da sua vida.

* Rogerio Lubk é editor de conteúdo há mais de 25 anos e praticante de Tantra há mais de 20. É autor do livro “Tantra & Sexualidade – Visão terapêutica sobre saúde sexual e afetiva”, juntamente com Adriana F. Silva, que é formada em psicanálise, em Massoterapia e ainda em Instrumentação cirúrgica pelo Hospital Militar.
Saiba mais sobre o livro
http://brinquedodeadulto.com.br/sobre/

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por adm às 19:59

Terça-feira, 10.03.15

Orgasmo masculino traz benefícios à saúde

Todo sexo é bom e promove uma sensação de bem-estar. O orgasmo, que é o ponto máximo do prazer sexual, pode ser uma experiência tanto física quanto psicológica, proporcionando uma série de reações e sensações gostosas.

O que poucas pessoas sabem, porém, é que o orgasmo pode proporcionar também benefícios à saúde. Uma vida sexual ativa pode levar desde o alívio do estresse até a prevenção de doenças cardíacas. Por isso aproveite com o seu parceiro todos os benefícios que ele pode te trazer!

 

De acordo com um artigo publicado no The Journal of Sexual Medicine, durante a relação sexual, o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca aumentam significativamente, chegando ao clímax que é o orgasmo. E a principal característica do orgasmo é uma contração seguida de um intenso relaxamento, capaz de aliviar as tensões musculares, relaxando o corpo inteiro!




Alivia dores

Diversos estudos publicados no The Journal of Sex Research comprovam que, durante o orgasmo, nosso cérebro libera endorfinas e oxitocinas em quantidades até cinco vezes maiores do que em situações normais. Essas substâncias são hormônios responsáveis pelo controle da dor, muito similares à morfina.

Isso não quer dizer que você deve transar toda vez que tiver uma dor, mas as relações sexuais podem dar uma mão na hora de relaxar e fugir das dores.




Melhora o sono

Pesquisadores da UNICAMP descobriram que mulheres com maior prazer sexual também apresentam menores índices de insônia. Os resultados forma alcançados por meio de um questionário feito com 378 voluntários com idades entre 40 e 65 anos e residentes em Belo Horizonte, Minas Gerais.

De acordo com os estudiosos, além do relaxamento dos músculos e da liberação de endorfinas, o orgasmo também ativa neurotransmissores que fazem o cérebro e o organismo funcionarem melhor, interferindo diretamente na qualidade do nosso sono. E isso não é só nas noites de relação sexual - os benefícios são prolongados, proporcionando ótimas noites de sono todos os dias.




Diminui o estresse

Mais uma vez, os benefícios do orgasmo vão além das quatro paredes, trazendo mais qualidade de vida. Um estudo escocês publicado na revista Biological Psychology relevou que o orgasmo diminui a produção de cortisol, hormônio responsável pelo estresse.

Esse estudo também comprovou que pessoas com uma vida sexual ativa lidam melhor com situações de estresse do que aquelas que não praticam sexo regularmente.




Fortalece a imunidade

 

Um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexualmente ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, responsável pela proteção do organismo de infecções, gripe e resfriado.




Promove a longevidade

Uma universidade na Escócia entrevistou mais de 3500 pessoas na Europa e EUA, a fim de encontrar uma relação entre sexo e longevidade. A entrevista incluía perguntas sobre frequência e qualidade da atividade sexual dos participantes.

Após as entrevistas, um grupo de juízes analisava os participantes e tentavam descobrir suas idades. Ao final do estudo, os pesquisadores notaram que as pessoas que faziam sexo pelo menos quatro vezes por semana aparentavam ser mais jovens do que realmente era.

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por adm às 22:11

Quinta-feira, 25.12.14

Mulheres têm mais orgasmo com parceiros engraçados, ricos e bonitos

Um estudo mostrou que a satisfação de uma mulher após o sexo pode ter mais relação com a personalidade do parceiro e o quanto ele ganha do que com técnica. Também a intensidade e a frequência com que as mulheres têm orgasmo tem relação com o tipo de parceiro que escolhem.

Quando o escolhido é engraçado, confiante e de família com dinheiro, o orgasmo é mais frequente, afirma o estudo.

 

A pesquisa foi encabeçada pelo psicólogo George Gallup da Universidade da Albania que entrevistou mulheres heterossexuais em um relacionamento sobre suas experiências com orgasmo durante o sexo. As respostas foram relacionadas com o dinheiro da família, medidas do corpo, personalidade e aparência do cônjuge.

A pesquisa concluiu que a intensidade do orgasmo está relacionada com a atração das mulheres por seus parceiros e quantas vezes faziam sexo na semana.

Os parceiros classificados como mais bonitos foram colocados como responsáveis por orgasmos mais intensos e frequentes.

A satisfação sexual foi relacionada com a atração entre o casal e também com a largura do ombro do parceiro.

O senso de humor e herança foi indicado como responsável por deixar as mulheres mais a vontade e dispostas a iniciar o sexo, a terem relações mais vezes e aumentar a frequêcia com que elas têm orgasmo.

 

(Fonte: terra)

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por adm às 20:19

Terça-feira, 23.12.14

Saiba os seis fatores que impedem a mulher de atingir o orgasmo

Toda dificuldade sexual inicialmente deve ser investigada por um médico para que se verifique se está tudo em ordem com a parte física. Mas quando se trata da mulher não conseguir atingir o orgasmo, na grande maioria dos casos, se constatará que está tudo bem com o corpo e seu funcionamento e que o problema é de ordem psicológica. A mulher sente vontade de transar, tem desejo, se excita, mas.....não chega lá! Vamos ver algumas possíveis razões.

Possíveis razões para a mulher não atingir o orgasmo

1ª) Repreensão dos pais
Uma educação muito rígida e conservadora. Muitos pais ainda têm dificuldade de perceber que seus filhos, em especial as meninas, gostam de tocar os genitais e fazem uma expressão de que não estão gostando. Acreditam que isto não é bom para a sua formação, que pode estimular o exercício de uma sexualidade precoce, ou coisa parecida. Dessa maneira, sempre que a criança se toca, recebe uma repreensão, como se estivesse fazendo uma arte muito feia. Como as crianças têm necessidade de se sentirem amadas, aceitas e seguras, é claro que elas procuram deixar de fazer aquilo que desagrada aos pais ou seus cuidadores. Quando os pais, mesmo com boa intenção reprimem o toque nos genitais, eles também estão informando, mesmo que indiretamente, que aquela sensação gostosa do toque nos genitais não é algo recomendável para uma menina legal. E a criança passa a evitar. No entanto, os pais não sabem que a criança não estava em momento nenhum pensando em sexo, e sim, apenas curtindo uma sensação gostosa nos genitais, assim como gostam da sensação gostosa do sabor do chocolate na boca. Como muito do que é vivido repetidamente e de maneira intensa na infância é gravado em nossa mente como um guia para nos darmos bem no mundo, este registro também pode ficar na cabeça. Assim, uma mulher pode evitar a sensação do orgasmo, porque de alguma maneira ela percebe que aquilo não é algo aceitável para uma mulher de valor, e que deseja ser respeitada.

2ª) Educação que não valoriza a busca do prazer sexual como algo desejável
Muitos pais também demonstram por seus comentários, atitudes, expressão de valores, que não acham o sexo algo bom e saudável. É como se fosse algo inevitável, quando se deseja ter filhos, mas que de outra maneira não deve estar presente na vida do casal ou da pessoa. Esses valores são passados para os filhos e em geral, muito mais para as meninas que, mesmo depois quando adultas, seguem muito da educação recebida na infância, não conseguem se livrar de uma parte dela, como por exemplo, não conseguem viver uma sexualidade livre e prazerosa. 
3ª) Falta de conhecimento sobre o corpo e suas sensações

Muitas mulheres nunca olharam seus genitais, nunca ousaram se tocar livremente e experimentar as sensações do toque na vagina, nos pequenos lábios, no clitóris – órgão responsável única e exclusivamente pelo prazer. É preciso parar e sozinha se tocar e tocar o corpo todo, não como se faz durante o banho, para a limpeza do corpo, mas sensualmente, imaginando a delícia do toque e até se aventurando a imaginar como seria este toque vindo de outras mãos....

4ª) Não deixar o prazer sexual fluir

E aí temos outra possível razão, a possibilidade da mulher se deixar livre para viver os impulsos eróticos e sensuais, deixar a fantasia correr solta e assim ter os estímulos suficientes para alcançar o orgasmo.

5ª) Experiências negativas

A vivência de experiências como o abuso sexual na infância, ou ser forçada a uma relação sexual, também traz sensações muito negativas em relação ao sexo, que impedem a mulher de se deixar envolver pelas sensações prazerosas que culminariam no orgasmo.
6ª) Dificuldades com o parceiro

Muitas mulheres se relacionam com parceiros que não se importam com o ritmo da mulher com quem estão e se apressam em terminar a relação, não dando tempo para elas se excitarem o suficiente para conseguir chegar ao orgasmo. Muitas vezes o homem nem faz isso intensionalmente, ele pode nem saber que sua mulher precisa de mais estímulos ou que não conseguiu chegar ao orgasmo. Assim, além de fazer sexo, é preciso conversar a respeito para saber se do jeito que está, vai bem para os dois. E se não estiver, procurar conhecer que tipo de carícias a mulher prefere, que ritmo e intensidade, conhecer mais das fantasias que a excitam e acrescentar na relação. Estas são algumas das razões que podem estar dificultando o orgasmo, mas não se limitam às mesmas. Sabemos, que apesar de assistirmos uma liberação cada vez maior da mulher, com a possibilidade dela viver sua sexualidade de um jeito gostoso e divertido, conquistando a cada dia mais liberdade na forma de se expressar e viver o prazer, ainda existem muitas pedrinhas ou tijolos no meio do caminho, que impedem que isso aconteça. Assim a mulher e, no caso o casal, não deve deixar de buscar ajuda psicológica para superar suas dificuldades. Afinal o orgasmo, apesar de não ser a única parte importante de uma relação sexual, é algo muito bom e especial de viver e não deve ser deixado de lado.

 

 

fonte:http://www.jornaldiadia.com.br/

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por adm às 11:22

Segunda-feira, 03.11.14

Orgasmo vaginal não existe segundo estudo científico

Aí está mais um mito desfeito! O orgasmo vaginal não existe. É esta a conclusão de um estudo científico de dois especialistas italianos, Vincenzo Puppo e Giulia Puppo, que pode surpreender muitos homens e até algumas mulheres.

O clitóris, que Vincenzo Puppo, do Centro Italiano de Sexologia, e Giulia Puppo, do Departamento de Biologia da Universidade de Florença, descrevem como o “pénis feminino”, é o único orgão que pode provocar um orgasmo nas mulheres, afiançam os dois investigadores neste estudo que foi publicado na última edição da revista científica “Clinical Anatomy”.

Esta ideia poderá nem soar novidade para muitas mulheres, mas outras, bem como a maioria dos homens, ficam a saber que a vagina não tem estrutura anatómica passível de originar um orgasmo, nem tem “nenhuma relação com o clitóris“.

O orgasmo vaginal que algumas mulheres descrevem é sempre causado pelos órgãos erécteis envolventes“, mormente o clitóris, frisam ainda os investigadores que sublinham também que o famoso ponto G não existe.

Este estudo ajuda a desmistificar algumas ideias erradas sobre a sexualidade feminina e pode, mesmo, auxiliar algumas mulheres a melhorarem a sua vida sexual. Os dois investigadores oferecem uma vasta série de diferentes combinações de actos sexuais sem penetração que podem levar as mulheres ao orgasmo, concluindo que este é “sempre possível” se o “clitóris for simplesmente estimulado com um dedo“.

Vincenzo Puppo e Giulia Puppo também atestam que as mulheres podem alcançar um “estado super-orgásmico” pela mera estimulação do clitóris.

 

fonte:http://flagra.pt/

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por adm às 13:36

Domingo, 07.09.14

Ciência finalmente comprova que o ponto G não existe, mas a ditadura do orgasmo sim

“Nunca acreditei que a sexualidade feminina pudesse ser reduzida a um ponto”, diz Gerson Pereira Lopes, membro do Comitê de Sexologia da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e autor de mais de 15 livros. Ao longo das últimas décadas, no entanto, desde que a existência de um ponto G foi sugerida em 1950, pelo médico alemão Ernst Grafenberg, houve um desfile de “professores do sexo”, consultores de produtos eróticos e também médicos ensinando como alcançá-lo. De seu lado, a ciência se movimentou em torno da controvérsia.

 

Desacreditado nas comunidades científicas, mas ainda povoando piadinhas e frequentando o imaginário das quatro paredes do mundo ocidental, o ponto G já foi responsável por frustrações e até mesmo por algumas mentirinhas entre aqueles que se gabam de tê-lo encontrado. Em artigo publicado na última edição da revista científica Nature Reviews Urology, pesquisadores italianos descreveram uma área, bem mais complexa que um único ponto, que seria a responsável por aumentar e concentrar o prazer sexual feminino.

 

 

O grupo de médicos, liderado pelo professor de endocrinologia e sexologia Emmanuele Jannini A., reforça que a busca da estimulação com foco em apenas um ponto é prejudicial. A área descrita no artigo ganhou o nome de CUV – sigla que designa uma junção das palavras clitóris, uretra e vagina – e foi identificada por meio de exames de imagem e de marcadores químicos. “Embora não haja uma única estrutura, consistente com um ponto G, destacamos que a vagina não é um órgão passivo. É altamente dinâmica, com papel ativo na excitação sexual. Suas relações anatômicas e interações com o clitóris, o útero e a uretra definem uma área complexa, multifacetada e morfofuncional que, quando devidamente estimulada durante a penetração, poderia induzir respostas orgásticas”, afirma o artigo. 

Este não é o primeiro estudo a sugerir que o ponto G não passa de uma lenda, como o Saúde Plena já mostrou na matéria'Saiba a verdade sobre mitos do sexo que você nem deveria ter aprendido'. Em 2010, o Kings College London não encontrou qualquer evidência da folclórica região erógena. Um pouco depois, em 2012, urologistas do hospital universitário de Yale, em Connecticut, também haviam chegado à conclusão de que “medidas objetivas não conseguiram estabelecer evidências consistentes de um único ponto anatômico similar ao ponto G. Muitas mulheres sentem-se culpadas por não encontrarem esse ponto. Na verdade, a realidade é que ele, evolutivamente, nem mesmo deveria existir", dizem os pesquisadores. 

O professor Jannini afirmou, como conclusão de seu novo trabalho, que espera “encerrar discussões sobre o Ponto G” e “ajudar a evitar danos à àrea CUV em cirurgias”. 

Já existem até tratamentos voltado para a nova “área do prazer”. O médico norte-americano Sam Wood oferece injeções aplicadas no clitóris e na primeira porção vaginal, prometendo mais sensibilidade para mulheres que passaram por traumas pélvicos ou pela menopausa. A aplicação envolve a retirada do sangue da paciente, com a separação das plaquetas. Elas são reinjetadas e estimulariam o crescimento de novas células, vasos sanguíneos e colágeno, o que tornaria a região mais sensível. A ideia é semelhante à de um controverso procedimento de rejuvenescimento sanguíneo para o rosto, adotado por celebridades estadunidenses.

Guerra do sexo
“Nunca li qualquer atigo científico que tivesse sequer levantado a hipótese de que a sexualidade masculina se resumiria a um único ponto. Para mim, a sugestão da existência de um ponto G sempre foi uma forma de repressão subliminar à mulher”, provoca Gerson Pereira Lopes. 

O ginecologista, que já atendeu pessoas impressionadas com os gurus que vão à televisão explicar como encontrar o ponto mágico, explica: a região da parede anterior superior da vagina, que pressiona e se aproxima do clitóris, realmente é considerada mais sensível. “As mulheres relatam essa sensibilidade não é de hoje. Ela é percebida na masturbação e na própria relação sexual com o outro. Entretanto, não é aceitável que o prazer sexual e a sexualidade sejam reduzidos a um ponto, a uma área ou à genitalidade em si”, pondera, incisivo. “O ponto G só valeu a pena comercialmente”, completa o médico.

Lopes chama a atenção também para o fato de que, por mais que haja 'gatilhos' do prazer, as travas psicológicas, culturais e sociais também precisam ser superadas. “Todo o corpo é erotizado. Até mesmo os pelos que cobrem nossa pele. Antes, acreditava-se que só o couro cabeludo tinha essa propriedade, mas hoje já se sabe que vale a pena testar outras possibilidades. Portanto, se apenas uma área for alvo do toque e da carícia, pela busca obrigatória do orgasmo, mais difícil será alcançar o prazer”, ensina o sexólogo

O especialista considera que essa 'obrigação do orgasmo' traz, na verdade, uma ansiedade de performance. “Esse sentimento está cada vez mais comum entre as mulheres jovens, que já não se preocupam tanto com o ponto G. Mas elas se preocupam mais com seus 'deveres' do que com seus 'direitos' nas relações. Não existe 'eu posso ter orgasmo' e sim 'eu tenho que ter orgasmo'. É uma ditadura, fruto da imposição das necessidade masculinas na sociedade como um todo, que resume o prazer a um único momento e à performance mitificada, inclusive pela mídia”, alerta.

Gerson Lopes acrescenta que, se a satisfação sexual não pode ser reduzido a um único ponto, também não pode ser reduzido a alguns segundos. “O orgasmo dura, em média, de seis a dez segundos, ou seja, um décimo de minuto. Já o prazer é um conjunto do toques, sensações, falas. Hoje, vemos que as mulheres estão optando por mentir, assim como já fazia parte dos homens, e contam às amigas que sentem orgasmos sensacionais, múltiplos, especiais, pirotécnicos. Isso não passa de uma ignorância – falta de informação – associada à ditadura da performance”, frisa o ginecologista.

Brincar é importante
A velocidade dos meios de transporte, das carruagens aos jatos que ultrapassam a velocidade do som, são metáforas muito comuns para exemplificar como a noção de tempo mudou e como o ritmo frenético implantou-se na vida cotidiana. Faltam tempo e espaço para desacelerar – no lazer, na saúde, no prazer. "O turista fotografa exaustivamente os lugares visitados, para ver depois. Não há tempo para viver a experiência. Também no sexo, vale mais o resultado do que o processo. A travessia é desprezada. A cultura da rapidez e do imediatismo engoliu o brincar. Quando meu foco está no 'fim', deixo de enxergar o processo. E deveria ser o contrário: a travessia é o que importa; o resto é consequência”, destaca Gerson Lopes.

Para o especialista, sexo não é para ser medido e comparado como se fosse um produto igual a qualquer outro, com características padronizadas. Por isso, é preciso muito cuidado e reflexão antes de se recorrer a uma intervenção cirúrgica ou a medicamentos que prometem 'melhorar' a performance. “Um paciente que chega ao consultório depois de ter recorrido a várias medidas artificiais e ouviu promessas miraculosas que não deram certo demanda mais tempo para evoluir. A pessoa já chega desacreditada. Temos que, sempre que possível, 'baixar a bola' dessa ditadura do orgasmo, da estética, das relações perfeitas, do desempenho”, conclui o ginecologista.

O Dia Mundial do Sexo é celebrado desde 2008, em 6 de setembro. A data extraoficial foi criada por meio de uma campanha de uma marca de preservativos, aproveitando-se do trocadilho entre os número 6 (dia) e 9 (mês). 

Já o Dia Mundial da Saúde Sexual é comemorado nesta quinta-feira, 4/9, com o tema “O bem-estar da sexualidade”. A data foi estabelecida pela Associação Mundial de Saúde Sexual (WAS, sigla em inglês) em 2010, quando o tema foi “Vamos conversar sobre isso”. Em 2011, a campanha teve foco na sexualidade dos jovens; em 2012 foi a vez da diversidade sexual e em 2013 o tema foi “Para alcançar sua saúde sexual, enxergue você mesmo como dono dos seus direitos sexuais”. 

O tema de 2014 é baseado na definição da Organização Mundial de Saúde para saúde sexual: “um estado físico, emocional, mental e social de bem-estar; não é apenas a ausência de doenças ou disfunções. A saúde sexual inclui uma vivência positiva e respeitosa da sexualidade e das relações sexuais, assim como a possibilidade de ter experiência sexuais prazerosas, livres de coerção, discriminação e violência. Para que a saúde sexual seja obtida e mantida, os direitos sexuais de uma pessoa devem ser respeitados, protegidos e satisfeitos”.

 

 

fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/

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por adm às 10:06

Sábado, 09.08.14

Quatro tipos de orgasmo que toda mulher deveria ter

Temos que aprender a gostar da rotina. Afinal, ela nos faz sair de casa todas as manhãs e ir trabalhar, ou mesmo ir à academia no final do dia. Mas quando o assunto é sexo, a mesmice do dia a dia não é tão bem vinda assim, já que há (muito) mais do que apenas uma forma de ter prazer sexual e chegar lá nessa vida.

 

De acordo com um estudo recente publicado na revista NeuroQuantology, existem quatro tipos distintos de orgasmo feminino (clitoriano, vaginal, misturado, ou orgasmos múltiplos). Então, por que apostar somente em um ou dois deles quando se pode desfrutar de todos os tipos? Se você ainda não experimentou algum dos mencionados acima, vá em frente e se permita novas sensações que vão te fazer virar os olhos e perder a cabeça na cama.

1) Orgasmo clitoriano
Você sabe que esse ponto externo delicado — o clitóris — é altamente sensível, graças às oito mil terminações nervosas que se reúnem lá. E se você for como a maioria das mulheres, esse é um dos pontos principais de estimulação sexual que te farão ver estrelinhas durante o ato. Mas de acordo com Sari Cooper, terapeuta sexual de Nova York e colunista da Psychology Today, ir direto para o clitóris torna o orgasmo menos prazeroso do que se houver toques, carícias e massagens (feitas por seu parceiro) em outras partes de seus órgãos genitais antes de cair em cima do ponto mais quente do seu corpo.

Técnicas para experimentar: "Ele deve fazer grandes círculos com os dedos, que incluem o eixo, lábios e parte superior do clitóris", aconselha Sari. Ele pode fazer isso como preliminar ou enquanto você está na posição de conchinha durante a relação sexual. Se você sentir vontade de mudar para oral, peça para que ele se aproxime de seu clitóris indiretamente, deitando-se perpendicular a você.

Aumente suas chances: Diga a ele para ele usar um vibrador na ponta dos dedos como o famoso “Hello Touch Wearable Fingertip Vibrator”. Quanto mais você o instruir em relação à velocidade, intensidade e pressão de sua preferência, melhor será o resultado final.

 

 2) Orgasmo vaginal
Embora ainda haja dúvidas sobre se o ponto G existe ou não, 30% das mulheres afirmam ter grandes orgasmos quando sua famosa zona erógena é estimulada através da penetração sozinha.

Técnicas para experimentar: em primeiro lugar, localize a zona quente. Numa noite a sós, explore sua parede frontal da vagina com o dedo até sentir uma área que é ondulada e de textura esponjosa. Ao tocá-la, você sentirá muito prazer. Em seguida, durante a relação sexual, certifique-se de que o seu parceiro encoste o pênis exatamente lá. Deite-se de lado e, ao mesmo tempo, de frente para o seu homem. Suas pernas devem ficar entrelaçadas nas dele de forma confortável para você — como duas tesouras se cruzando. Mantenha sua vagina e o pênis do gato alinhados e certifique-se de que haja fricção contra a parede frontal da vagina. "Esta posição permite golpes mais profundos que estimulam ainda mais o ponto G", revela a especialista.

Aumente suas chances: é mais fácil atingir o orgasmo vaginal quando o sexo dura mais tempo, segundo um estudo publicado no The Journal of Sexual Medicine. Tenha em mente que pelo menos 15 minutos são necessários e, se for confortável para você, troque de posição diversas vezes. "Isso reduz as chances de seu parceiro gozar cedo demais e ajuda seu corpo a experimentar novas sensações", informa Michael Alvear, autor do livro: “Not Tonight Dear, I Feel Fat”.

3) Orgasmo misto
Especialistas dizem que os orgasmos clitoriano e vaginal juntos são mais poderosos (e podem ser duas vezes mais fortes e intensos). "Você está recebendo o melhor dos dois mundos", explica Cynthia Lief Ruberg, terapeuta sexual de Columbus, Ohio.

Técnicas para experimentar: a posição da mulher em cima é popular por uma razão — ela é perfeita para estimular tanto a vagina, como o clitóris. Mas você também pode tentar sentada no colo do seu parceiro de costas para ele (ele pode estimular o seu clitóris enquanto você controla o impulso).

Aumente suas chances: "O orgasmo misto é mais fácil quando a mulher fica muito excitada antes de ter relações sexuais", comenta Lief. Por isso, aposte com tudo nas preliminares e se você sentir que seu entusiasmo diminuiu durante a relação, volte para as carícias.

 4) Orgasmos múltiplos
Antes de tudo, tenha em mente que orgasmos múltiplos acontecem um após o outro, não em momentos diferentes numa única sessão (embora esses também sejam bons). Estudos mostram que os orgasmos múltiplos são possíveis para algumas mulheres que conseguem resistir a ser continuamente estimuladas após a sua primeira, segunda e até terceira gozada.

Técnicas para experimentar: comece com preliminares e peça para seu parceiro te fazer chegar ao primeiro clímax usando as mãos, a boca ou um vibrador. Logo em seguida, ele deve continuar a estimular o seu clitóris de forma mais lenta por cerca de 30 segundos e, depois, retomar o ritmo normal para você chegar novamente ao orgasmo.

"Ele deve brincar com o seu nível de excitação partindo de um estado orgástico elevado, dando a sua área erógena um descanso, pois ela pode ficar muito sensível à estimulação, e depois aumentando a excitação novamente", revela Amy Levine, coach em sexo de Nova York e fundadora do IgniteYourPleasure.com. A partir daí, inicie a penetração, o que pode levar a orgasmos múltiplos vaginais ou combinados, usando a mesma técnica de desaceleração e aceleração, enquanto você se mantém estimulada e altamente excitada.

Aumente suas chances: se você estiver se sentindo muito sensível, peça para o gato continuar acariciando seu clitóris com uma camisola de seda ou calcinha macia, ou simplesmente peça para que ele mude o foco para seus seios e mamilos. Amy conta que fazer isso depois do orgasmo pode te levar a um terceiro clímax.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/

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por adm às 20:20

Sábado, 02.08.14

Guia para você chegar ao orgasmo rapidinho

27% das brasileiras têm dificuldade para atingir o clímax, segundo a pesquisa Mosaico Brasil. Mas descobrimos novas técnicas para chegar lá até mesmo nas situações mais improváveis. Siga os passos abaixo e prepare-se para tremer.

 

Quando estiver estressada
 
Grau de dificuldade - 2
Se pensar em sexo já é difícil naqueles dias em que você leva bronca do chefe, fica horas presa no trânsito e o salto do seu sapato preferido quebra antes de você ir para a festa do ano, falar em orgasmo, então, parece piada - de mau gosto! Mas não é. NOVA descobriu como aliviar qualquer tipo de tensão rapidinho:
 
1. Coloque a mão do gato em volta da sua cintura com os dedos para cima. Assim ele acaricia e massageia seu corpo até chegar aos seios. Quando estiver bem excitada, mova a mão dele até sua virilha e, antes que ele chegue à vagina, pare.
 
2. Agora você merece um delicioso sexo oral do gato. Peça para ele acariciar com os dedos os grandes lábios enquanto passa a língua pelo seu clitóris em várias velocidades.
 
3. Quando estiver quase explodindo de tesão, é hora da penetração. Invista no tradicional papai e mamãe, que é confortável, permite o contato visual e a troca de muitos beijos apaixonados. Em poucos minutos você vai ficar calminha, calminha.
 
Na posição preferida dos homens
 
Grau de dificuldade - 3
A gente sabe: os homens preferem ver nosso traseiro a qualquer outra parte do corpo durante o sexo (fetiche, fazer o quê?). Mas nem toda mulher fica confortável nesse ângulo. Saiba como desencanar e focar só no que interessa nessa hora:
 
Fera domesticada
 
Quando estiver de quatro, feche um pouquinho as pernas, de modo que seu parceiro fique entre elas. Com os joelhos dele afastados, é mais fácil para o gato se inclinar para a frente e brincar com seu clitóris e seios. Quanto mais seu bumbum estiver empinado, mais fundo ele vai conseguir penetrar. Você decide!
 
Cachorrinho dominante
 
Faça com que seu parceiro deite de costas. Sente de frente para os pés dele e prenda as pernas dele com as suas. Mantenha as mãos na cama e abaixe o bumbum quando ele for penetrá-la. Esse ângulo é ótimo! Primeiro: você está por cima, então pode controlar a profundidade e o ritmo da penetração. Segundo: é "a" posição para estimular o ponto G.
 
Viagem no tapete mágico
 
Se não tiver um tapete grosso, compre um agora! Mas precisa ser pequeno e macio. Coloque o vibrador embaixo do tapete (assim a sensação não é tão intensa) e deite com a pélvis sobre ele. Seu parceiro fica por cima completando o trabalho.
 
Durante uma rapidinha
 
Grau de dificuldade - 4
Se nem mesmo no conforto da cama, no meio de lençóis macios, com velas aromáticas espalhadas pelo quarto, beijos, lambidas e amassos a gente consegue ter um final feliz em parte das transas, imagine em alguns minutos, praticamente a seco? Prepare o cronômetro: você vai gozar (muito!) em 3, 2, 1...
 
1. Coloque o pênis na boca o mais fundo possível, de uma vez (até onde se sentir confortável, claro). Agora que a sua saliva deixou a zona P do cara bem lubrificada, sente no colo dele, de frente.
 
2. Prenda-o com apenas uma das pernas. Enquanto vocês fazem sexo apaixonadamente, passe seu clitóris pela coxa dele. O atrito vai disparar seu tesão. Intensifique os movimentos de vaivém pressionando o pênis contra seu clitóris.
 
3. Junte bem as pernas. Essa sensação de "apertadinho" ajuda a aumentar a fricção do pênis com o clitóris. Não é porque é uma "rapidinha" que você não pode perder a noção do tempo!
 
Até com a força do pensamento
 
Grau de dificuldade - 5
Já imaginou explodir em todas as transas e conseguir isso até só ao pensar em sexo? É o que promete a meditação orgástica, criada pela sexóloga americana Nicole Daedone. Mas não precisa decorar mantras. Com apenas 15 minutos de exercícios diários, em apenas dez dias você será uma bomba-relógio de prazer prontinha para explodir:
 
1. Em primeiro lugar, faça o reconhecimento do terreno. Pegue um espelhinho e dê uma olhada na sua vagina. Relaxe e acaricie a região, prestando atenção onde e como (com quais movimentos e ritmo) você sente mais prazer.
 
2. Tome um banho e, ainda nua, acomode-se em um lugar confortável. Inspire profundamente e expire, movimentando o diafragma (localizado no centro da barriga, logo abaixo das costelas). Faça o movimento dez vezes.
 
3. Imagine uma bolinha percorrendo lentamente todo o seu corpo, concentrando-se nas sensações provocadas pelo toque em cada região (arrepio, calor etc.). "Isso ajudará a manter a concentração, a chave para alcançar o clímax", diz a sexóloga Carla Cecarello, do Projeto Ambsex.
 
4. Pronto, agora que o seu corpo já está em constante vibração sexual, é só escolher a melhor companhia (pode ser só a sua...) e esperar por explosões - quantas você quiser!
fonte:http://mdemulher.abril.com.br/a

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por adm às 00:03

Sábado, 19.07.14

Estudo aponta que 30% dos homens de NY fingem orgasmos

Quem pensa que fingir orgasmo durante a relação sexual é coisa de mulher está enganado. Um estudo conduzido pela Time Out descobriu que mais de 30% dos homens nova-iorquinos já atuaram no ápice do sexo. O motivo? O mesmo que o das mulheres: com o orgasmo da parceira, o homem se sentiu pressionado a atingir o clímax. As informações são do Daily Mail.

 

Logisticamente falando, uma análise de estudos sobre homens que fingem orgasmos mostra que a ação é fácil quando estão usando camisinha, mas muito difícil sem a proteção. Em 2013, o professor de urologia de Harvard, Abraham Morgentaler, chegou a publicar um livro sobre o assunto. Segundo ele, muitos homens podem se sentir forçados a praticar o ato sexual, mesmo quando estão sem vontade.

"Enquanto não há problema para uma mulher dizer que está muito cansada para fazer amor, ou com dor de cabeça, não é tão aceitável para os homens recusarem sexo”, afirmou.  A imagem de que os homens estão sempre prontos para relações sexuais faz com que se sintam pressionados, mesmo sem vontade.

Quando estão em um relacionamento sério, o que o urologista percebeu ao longo dos anos de experiência é que os homens se preocupam muito com a parceira. “"Em suas mentes, [fingir um orgasmo é] realmente uma forma de bondade. De certa forma, eles estão deixando a outra pessoa saber que fizeram um bom trabalho", explicou.

 

fonte:http://mulher.terra.com.br/

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por adm às 13:48

Quarta-feira, 04.06.14

Cem orgasmos por ano ajudam na proteção da saúde

o que seja necessário algum motivo para fazer sexo, mas a medicina traz vários. Pesquisas de diferentes universidades mostram que a prática sexual regular contribui para uma vida mais saudável. “O ato sexual pode melhor a qualidade de vida e a saúde do casal”, resume o ginecologista José Maria Soares Júnior, do Instituto da Mulher, ligado ao Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Não precisa ser um atleta na cama, mas em alguns casos os benefícios são maiores para quem mantém relações sexuais mais frequentemente. Um estudo da Universidade de Bristol (Inglaterra) que monitorou mil homens durante 20 anos indicou que mortes repentinas por problemas de coração eram duas vezes mais comuns entre os participantes que disseram ter atividade sexual apenas baixa ou moderada.

A frequência também influencia um dos tipos de câncer mais comuns entre os homens, o de próstata. Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, feita com 30 mil pessoas, mostrou que ejacular de 13 a 20 vezes por mês diminui em até 14% a incidência da doença, e ter mais de 21 ejaculações por mês leva a uma diminuição de até 33%.

Nem sempre os estudos conseguem estabelecer uma relação precisa entre causa e efeito: quem faz mais sexo tem melhor saúde ou quem tem melhor saúde faz mais sexo? Mas é fato que um rala-e-rola bem feito libera substâncias que podem beneficiar o organismo. Por exemplo: a liberação do hormônio oxitocina que ocorre durante o sexo também ajuda na prevenção do câncer mais comum entre as mulheres: o de mama

 

Cem orgasmos

“Trabalhos confirmam os benefícios do sexo, e 100 orgasmos ao ano é suficiente para a proteção da saúde”, diz o psiquiatra Sergio Klepacz, do Hospital Samaritano, de São Paulo. Ele afirma, por exemplo, que o sexo libera uma substância chamada dopamina, que estimula o sistema imunológico e a liberação de hormônios sexuais, “contribuindo para a diminuição dos sinais de envelhecimento”.

A dopamina, responsável pelas sensações de prazer e motivação, é um dos principais neurotransmissores liberados na relação sexual. “A sensação de prazer e satisfação pode durar horas ou dias, dependendo da pessoa em questão e do emocional envolvido nesta relação”, diz Klepacz. Ou seja, é um bom tratamento para os tensos. “A prática sexual pode ajudar a relaxar, por causa da liberação de substâncias no organismo que determinam esse estado”, complementa Soares Júnior. 

Os estímulos ao sistema imunológico ajudam a elevar os níveis de hemoglobina, melhorando a imunidade, segundo uma pesquisa da Universidade de Wilkes, nos Estados Unidos, com 112 estudantes do campus. O estudo indica que casais que fazem sexo com mais frequência recuperam-se melhor de feridas.

“Um trabalho recente mostrou que casais que tinham maior nível de oxitocina circulante (se amavam mais) eram capazes de curar uma ferida provocada pela injeção de uma gota de água subcutânea em menor tempo, denotando a melhora da capacidade regenerativa do organismo”, afirma Keplacz.

Apesar de todas essas vantagens, Soares Júnior ressalta: “Sexo não substitui o exercício físico”. Keplacz acrescenta: “Forma física, atitudes alimentares saudáveis e controle do estresse favorecem o sexo, que por sua vez, favorece o organismo”. 

 

fonte:http://saude.terra.com.br/c

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por adm às 20:23



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