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Intimidades Reveladas



Sábado, 15.10.16

Ménage à trois: uma fantasia sexual que exige alguns cuidados

O sexo a três, ou ménage à trois, é uma fantasia sexual bastante comum. A prática pode acontecer tanto com duas mulheres e um homem, quanto com dois homens e uma mulher. As duas formas são capazes de levar prazer para todos os envolvidos, mas também é importante se interar sobre o assunto antes de tomar uma decisão.

Antes de qualquer coisa, é importante abrir o jogo, sem qualquer receio. Segundo mulheres adeptas à prática do ménage, você deve conversar com seu pareiro sobre tudo que envolve o sexo a três: vontades, dúvidas e medo. Se seu parceiro aceitou numa boa, é hora de se preparar para encarar a fantasia.

Segundo a sexóloga Margareth dos Reis, caso um casal opte pela por fazer sexo a três, é muito importante que ambos tenham carinho e muita confiança um com o outro. "Caso contrário, pode gerar desentendimentos futuros entre o casal". A especialista acredita que é uma fantasia que pode, sim, dar certo, mas é importante ficar atento a alguns detalhes que podem fazer toda diferença lá na frente.

Considerações e sentimentos
O casal precisa lembrar sempre que, apesar de envolver outra pessoa, a prática do ménage vai envolver seu sentimentos, do seu companheiro e de uma terceira pessoa, que pode ou não ser um conhecido dos dois. "É importante que ambos tenham consideração pelos sentimentos do outro, até que seja possível se sentirem confortáveis para experimentar a fantasia na prática", alerta Margareth.

A fantasia pode não ser satisfatório para os três
Quando uma pessoa resolve adotar a ideia do sexo a três, ela pensa no prazer. Mas na prática, as coisas podem não ser como se imagina. "Estamos falando, então, de um procedimento que pode não se sustentar de maneira satisfatória para todos os envolvidos apenas pela insistência de um lado para que aconteça tudo do seu jeito. As possíveis consequências da experiência são de difícil previsão, mesmo com toda a atenção nos detalhes que podem ou não favorecer uma fantasia sexual", explica Margareth.

Pode dar muito certo
O sexo a três é uma fantasia que pode dar muito certo se o casal estiver em perfeita sintonia durante a relação. "Quando o casal pondera junto todas as frentes que são capazes de enfrentar para poder assumir as possíveis implicações futuras com espírito de cumplicidade, pode-se chegar a um consenso sobre essa prática com maturidade e o resultado pode dar certo", afirma a sexóloga.

Na prática
Ao Delas, um empresário paulista que preferiu não se identificar contou sua experiência com o sexo a três. Segundo ele, a primeira experiência foi um sucesso. Ele lembra que convidou uma amiga da esposa para participar da transa e todos saíram satisfeitos. Entretanto, a segunda vez rendeu problemas ao casal.

O empresário diz que estava em uma festa e uma garota começou a paquerar a mulher dele. "Tínhamos bebido muito, os três, e fomos para casa juntos. Chegando lá fomos para a cama. Minha mulher saiu do quarto, e quando voltou me viu transando com a outra menina", detalha. A esposa não gostou da cena e acabou brigando com o empresário. Ele afirma que nunca mais praticou sexo a três.

Para evitar problemas, vale retomar as dicas de Margareth e sempre conversar e deixar tudo as claras com o parceiro sobre o que está disposto a fazer na menáge e de que forma.

fonte:http://180graus.com/s

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por adm às 18:30

Sábado, 15.10.16

4 dicas para fazer sexo casual sem culpa e sem apego

O sexo casual é uma alternativa para manter a vida erótica ativa sem compromissos ou cobranças, mas com alto risco de deixar mágoas. Certo? Não necessariamente. Algumas mulheres fogem desse tipo de relação por medo de acabarem se apegando ao parceiro – e sofrendo mais do que o previsto. Porém, isso não é uma regra. Se certos limites são estabelecidos e as expectativas alinhadas, o sexo casual é uma excelente forma de ter prazer e desenvolver a sexualidade quando você, por qualquer motivo, deseja manter-se longe do campo amoroso.

Abaixo, descubra 4 maneiras de fazer sexo casual de forma prazerosa, sem culpa e  receios:

1.Escolha um parceiro que mexa com a sua cabeça – para o bem e para o mal
Conhece alguma pessoa que irrite você algumas vezes, mas que ainda assim faça com que se sinta sexualmente atraída? Alguém com um ponto de vista completamente diferente do seu ou que não tem o melhor papo do mundo – e com quem você alimenta alguma fantasia? Então ele pode ser o parceiro ideal para o sexo casual. Isso porque, apesar dos bons momentos, essa pessoa será um lembrete constante de que a relação nunca poderá ir para frente.

2.Deixe claro para o parceiro (e para você mesma) que a relação é casual
Se você deseja manter o status da relação como casual, então lembre-se sempre disso e evite dar alguns passos que possam arruinar o seu objetivo. Por exemplo: não saia para jantar ou beber um drinque. Restrinja as horas em que estará disponível para ele - noite de quinta-feira, fim de tarde do domingo – e dedique esse tempo para o sexo, e só. Procure não dormir na casa dele e nem deixar que ele passe a noite na sua.

3. Lembre-se sempre de que a relação não é amorosa
Sim, você sentirá prazer e felicidade durante o sexo casual, mas tenha certeza de que você sempre se lembrará de que esses são os resultados de uma reação química, e não do amor. Vocês não se gostam o suficiente e nem mantêm uma conexão profunda a ponto de pensarem que o que estão fazendo é parte da história de “felizes para sempre”. É simplesmente sexo e atração física – e não há nenhum problema nisso.

4. Não tolere ser maltratada
Nada justifica que um homem se sinta confortável em tratar mal uma mulher (e vice-versa), nem o fato de estarem em uma relação casual. O sexo sem compromisso não o autoriza a não aparecer quando combinaram de se encontrar ou deixar você falando sozinha. Vocês não namoram, mas se comprometeram em ser amantes temporários e devem manter uma relação saudável.

fonte:http://revistamarieclaire.globo.com/A

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por adm às 18:25

Sábado, 15.10.16

Um em cada 25 adolescentes é viciado em sexo

Não conseguir controlar a vontade de ter sexo é uma doença que afeta tanto homens como mulheres, mas o sexo masculino é três vezes mais propenso a sofrer desta perturbação. Um estudo realizado no Reino Unido afirma que 20% dos britânicos, e um em cada 25 adolescentes têm tendência a padecer desta doença. O mesmo estudo afirma também que 70% dos doentes tenta esconder a perturbação e 80% dos que estão em tratamento têm recaídas. Rebecca Barker é viciada em sexo e assume isso sem qualquer tabu. "Perdi a minha virgindade com 15 anos, pouco tempo depois conheci o pai dos meus dois filhos e a nossa química entre os lençóis era inegável. Foi aí que nasceu o meu desejo incontrolável por sexo" explica. A mulher, de 34 anos, relembra um momento que lhe trouxe algum desconforto, quando ao mudar-se para França, teve de dividir quarto com os filhos e no desespero, Rebecca só conseguia pensar em sexo. Mais tarde a mulher começou a ser seguida por um psiquiatra que lhe receitou antidepressivos. Mas nada resultou. Andrew Goodall, de 36 anos, também é viciado em sexo e diz já ter perdido a conta à quantidade de pessoas com quem já teve relações sexuais. Goodall fez uma vasectomia para evitar gravidezes indesejadas. Andrew confessa que gostava de ter uma relação amorosa, mas admite que é difícil quando só se quer divertimento e sexo. Tom, nome fictício, começou a ver pornografia com 10 anos e desde então o seu desejo só aumentou. O homem também é viciado em sexo e admite que todos os seus relacionamentos acabaram por causa da sua condição. O estudo e os testemunhos foram publicados por uma terapeuta que pretende alertar para as consequências que a obsessão sexual pode ter na vida pessoal e social das pessoas. 

fonte:http://www.cmjornal.pt/so

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por adm às 18:23

Sábado, 15.10.16

8 curiosidades sobre sexo

Desde as calorias que perde numa noite de amor até à invenção do vibrador... Tem a certeza de que sabe tudo sobre um dos maiores prazeres da vida?

Apesar de ser um assunto cada vez menos tabu, a verdade é que ainda são muitas as dúvidas que surgem no universo do sexo. Cria-se mitos, levantam-se barreiras, ouvem- se histórias e, por muito mais informação que exista, atualmente, muitas de nós ainda acreditamos em “histórias da carochinha”. Para evitar isso mesmo, compilámos dez verdades sobre uma das melhores coisas que temos na nossa vida, mesmo para aumentar o seu conhecimento sobre sexo!

 

  1. CLITÓRIS O que vemos por fora é apenas a ponta do iceberg. O clitóris costuma ter 2,5 a 4,5 milímetros na parte externa, mas esconde uma estrutura que pode ultrapassar os nove centímetros na parte interna do corpo da mulher.
  2. PRÉ-EJACULAÇÃO Está a ver aquele liquidozinho que sai do pénis do amado antes da ejaculação? É um fluido produzido pelas glândulas Cowper, que estão localizadas por baixo da próstata. A sua função principal é lubrificar a cabeça do órgão sexual masculino e a vagina. Além disso, evitam que os espermatozoides morram pelo caminho.
  3. ORGASMO Uma colher de esperma (isto é, a quantidade média por ejaculação) tem 20 calorias. Além disso, o sémen contém vitamina C, enzimas, cálcio, potássio, zinco, ácido cítrico, frutose e açúcar.
  4. OPOSTOS A biologia explica que os opostos se atraem. E sabe por que é que ouve isto com frequência? Porque as pessoas se sentem atraídas por odores diferentes dos seus. Desta forma, evita‑se a reprodução entre familiares (com odores semelhantes) e garante-se uma maior variedade genética.
  5. CALORIAS Que o sexo é um ótimo exercício físico já todas nós sabemos. Mas tem ideia de quantas calorias perde? Ora, uma hora de sexo bem feito, com preliminares e várias posições, ajuda a perder, em média, entre 400 e 700 calorias. Ao fazer sexo oral, o gasto equivale, em média, a 45 calorias.
  6. PRAZER O tamanho do clitóris raramente interfere no prazer da mulher, já que, independentemente da dimensão, ele tem, aproximadamente, oito mil terminações nervosas que são responsáveis pela sensação de prazer – o dobro do que existe na cabeça do pénis.
  7. VIBRADOR Cleópatra é considerada a responsável pela invenção do vibrador. Disse ter colocado insetos dentro de uma esfera oca, de forma a que começassem a zumbir e a agitar-se para a esfera começar a mexer-se e a vibrar.
  8. VAGINA Sabia que no momento do orgasmo, a vagina solta uma pequena descarga elétrica?

 

fonte-.http://www.impala.pt/d

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por adm às 18:13

Sábado, 15.10.16

"Faz muito bem para a beleza", diz Ivete Sangalo sobre sexo

Muitos não conhecem detalhes da vida pessoal de umas das cantoras mais queridas da música brasileira, até porque a própria sempre preferiu manter a discrição em relação à sua intimidade.

Porém, nos bastidores do programa Super Bonita, do canal a cabo GNT, Ivete decidiu optar pela espontaneidade de sempre e falou como encara o sexo - de um jeito muito bem humorado, claro.

Logo de início, a artista fez questão de ressaltar que qualidade é muito mais importante do que quantidade, e que orgasmo é uma das coisas que ajuda a sua pele a ficar bonita, além de ser o responsável pela melhora do humor e do astral.

"Sexo com gozo faz muito bem para a beleza. Sexo por sexo, para catalogar, não. Mas sexo com gozo faz bem porque é uma sensação... Tem coisa melhor? Uma sensação maravilhosa, no outro dia você já acorda com outra energia, com aquele sorrisinho de canto de boca. Porque é uma sensação que dá 'cantinho de boca', né? Não traz nenhuma culpa, só satisfação, não é como 'tomei um milkshake'", destacou.

Um dos truques que Sangalo usa na hora de seduzir o marido - o nutricionista Daniel Cady - é claro, o seu vozeirão. "Quando eu quero, ela [a voz] me ajuda um bocado. A voz é a introdução, mas tem coisa que eu faço que não vou contar aqui (risos). (...) Eu faço cada coisa que vocês nem sabem!", confessou Ivete, sem dar muitos detalhes.

A cantora também foi questionada sobre o que faz para sair da rotina no sexo. Casada com Cady desde 2011, ela diz que não tem segredo. Para manter a chama acesa, o suficiente é surpreender e ser surpreendida, como ao mudar os horários das transas, por exemplo.

"Não precisa ser igual toda vez. Mudar horário de fazer o sexo é uma delícia... Horas inusitadas, surpresas; isso é bom. Não aquela caretice de na hora de dormir 'deita e beija'... Tem também, mas... Tem que dar uma diversificada", aconselhou.

Ainda sobre o sexo após o casamento, Ivete completa que manter as relações como no começo do namoro é um trabalho de caráter psicológico.

"Acho que isso é mental. Se você recobra isso, que já foi quente, não precisa perder o calor. Óbvio que nem aqueles que são mais amantes vão transar todo dia e vai ser aquela coisa. Tudo tem um tamanho, tem aquela mais romântica, mais demorada, mais calma, aquela 'ah, você quer...'", encerra a celebridade.

fonte:http://www.bonde.com.br/s

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por adm às 18:10

Sábado, 15.10.16

Natalia Casassola posa em ensaio e fala sobre sexo: 'Me satisfaço sozinha'

"Solteira sim, sozinha nunca". Esse é o lema de Natalia Casassola, que mesmo com a vida movimentada, diz que está solteira por falta de atitude dos homens. "Acho que eles morrem de medo de mim. Como todo mundo me conhece, e eu tenho uma personalidade forte, eles são muito devagar... Mesmo assim não fico sozinha porque quero", conta a ex-BBB.  

"Eles têm medo de tudo porque a mulher está dominando. Mas tomara que descubram algum tipo de vacina pra esses homens e eles voltem a ter atitude como antigamente. Os homens de hoje querem competir com a gente até o espelho, passam base, maquiagem... Tá tudo virando colega! Tá complicado!", se diverte ela que posou para as lentes da fotógrafa Bianca Mattos em ensaio.

Mas, se for para estar sozinha, Natalia se garante. "Me satisfaço sozinha. Justamente porque os caras estão acomodados é que eu prefiro me satisfazer sozinha, do que estar com um cara. Eu tenho dez dedos e, às vezes, eles são muito melhores do que só uma 'peça' do homem", conta a ex-BBB.

fonter:http://ego.globo.com/f

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por adm às 18:06

Sábado, 15.10.16

Coisas que os casais com vidas sexuais saudáveis fazem

A vida sexual é muito mais do que o sexo em si, o que faz com que seja difícil para muitas pessoas mantê-la saudável.

Ter uma vida sexual saudável significa arranjar tempo para o sexo, perceber a importância da intimidade e falar sempre que algo não está bem.

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É ser sincero, conseguir falar com o parceiro sobre o que precisa e ouvir as necessidades dele e acima de tudo comunicar… muito e eficazmente, mesmo quando é desconfortável.

Para ter uma ideia daquilo que geralmente é preciso para ter uma vida sexual saudável, o site Bustle fez uma lista do que os casais com vidas sexuais saudáveis fazem e sabem:

1. Sabem a importância de uma quente sessão de beijos, que se foca muito mais na intimidade e que geralmente acaba em sexo;

2. Continuam a ‘flertar’ um com o outro. Geralmente é mais típico do início da relação mas continuar a fazê-lo mostra que o casal continua apaixonado;

3. Falam sobre sexo. Para ter uma vida sexual saudável e satisfatória é essencial que falem de sexo. Partilhem o que mais funciona para cada um, só assim se poderão satisfazer completamente;

4. Falam sobre tudo. Comunicar é tão importante para a relação em geral como para a vida sexual, por isso um casal que fale de tudo em geral, tem maior probabilidade de ser bem sucedido;

5. Fazem surpresas. O elemento surpresa ajuda muito a não deixar as coisas estagnar e cair na rotina;

6. Não têm receio da intimidade. É possível fazer sexo sem ter intimidade, mas estará a ter apenas uma parte da relação;

 

7. Cada um conhece-se bem sexualmente. A masturbação também pode ser importante para a vida sexual em casal.

fonte:https://www.noticiasaominuto.com/

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por adm às 18:05

Sábado, 15.10.16

Aos 52 anos, Monica Bellucci posa nua e fala sobre a vida sexual

Monica Bellucci é a protagonista de uma sensual sessão fotográfica para a revista francesa Paris Match onde surge nua, a nadar numa piscina.

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Depois de terem sido divulgadas algumas fotografias, que foram captadas por Fred Meylan, vários internautas usaram o Twitter para comentar a beleza e sensualidade da atriz.

Na entrevista, além de falar sobre o novo filme, 'On The Milky Road', que foi apresentado no Festival de Cinema de Veneza, Bellucci revelou alguns pormenores sobre a sua vida sexual.

"Quando somos jovens, temos um desejo hormonal primário, movido por impulsos. Com o tempo, o sexo torna-se mais refletido, mas o prazer mantém-se igualmente forte. E quando a sensualidade e a sexualidade se misturam com amor, surge a apoteose. Hoje, é difícil para mim fazer sexo sem sentir amor", disse a atriz.

fonte:https://www.noticiasaominuto.com/
 

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por adm às 18:03

Sábado, 15.10.16

Amber Rose não gostou de fazer sexo à três

A modelo, ex de Kanye West, confessa que não gostou da experiẽncia

Amber Rose não gostou de fazer sexo à três - Reprodução/Instagram

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Amber Rose confessou em uma nova entrevista concedida ao Dr. Chris Donaghue, em seu programa de TV, que ela teve recentemente uma experiência de sexo à três, mas não gostou nadinha.

A ex-namorada de Kanye West afirmou que ainda tem pesadelos sobre o dia que isso aconteceu.

Sem dar maiores detalhes, Rose só explicou que foi com um casal - talvez famoso, dizem - e que ela não gostaria 'nunca mais' de repetir a experiência.

"Bom... a menos que eu possa mudar a dinâmica", justificou.

 

fonte:http://www.ofuxico.com.br/

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por adm às 18:02

Sábado, 15.10.16

Mulher compartilha experiência de perder virgindade aos 30 anos: ‘Não me arrependo’

Uma série de fatores fizeram com que Lianne Stokes, hoje com 37 anos, escolhesse perder a virgindade aos 30 anos. Um deles é a relação com o pai, veterano do Vietnã, que sempre intimidou quem se aproximava, mas a real explicação dada pela moradora do Texas, no Estados Unidos, são as expectativas irreais que criava diante dos relacionamentos. As informações são do site “Daily Mail” e do “New York Post”.

 

Mulher compartilha experiência de perder virgindade aos 30: ‘Não me arrependo’
Mulher compartilha experiência de perder virgindade aos 30: ‘Não me arrependo’ Foto: Facebook / Reprodução

 

Stokes, que escreveu um livro contando sua experiência para ajudar outras mulheres, se recusa a se lamentar por sua escolha, mas é capaz de descrever o que se passava por sua cabeça. “Todas as minhas relações com homens estavam cheias de expectativas irreais”, disse ela. “Eu estava completamente presa a um ideal, sem ser capaz de encontrar algo parecido, então continuei atrasando”, diz.

 

Mulher compartilha experiência de perder virgindade aos 30: ‘Não me arrependo’
Mulher compartilha experiência de perder virgindade aos 30: ‘Não me arrependo’ Foto: Facebook / Reprodução

 

A mulher conta que decidiu perder a virgindade horas antes de completar 30 anos e, uma semana depois, conheceu um escocês num restaurante: seria ele. Os dois foram para casa e Stokes acabou fazendo sexo pela primeira vez e, mesmo que a noite não tenha sido incrível, como ela descreve, não ficaram arrependimentos. “Eu fiz quando estava pronta e levei muito tempo para notar que era parte do meu charme”, disse.

Stokes, que trabalha com publicidade, descreve a sensação de ser “diferente” das outras pessoas. “Quando você é excêntrico, você se sente deixado de lado. Até que percebe que as pessoas te admiram porque você não é como todo mundo. As pessoas não estavam me julgando”.

Por fim, ela dá um conselho para meninas e mulheres: “Acho que elas devem se bastar. Vai ser difícil conseguir e encontrar o amor, mas não desistam”, completa.


fonte:http://extra.globo.com/

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por adm às 18:01

Sábado, 15.10.16

NOVO PARCEIRO SEXUAL: ATRIBULAÇÕES DA “PRIMEIRA VEZ”

O primeiro tango nunca é o melhor. Só começa a ser bom ao quarto ou ao quinto, às vezes mais. É preciso tempo. Os corpos precisam de tempo.

Lembras-te da primeira vez?” É uma ocasião mais ou menos memorável eu diria para a maioria das pessoas, aquela que foi a primeira experiência sexual, ou melhor, o primeiro coito. A “primeira relação sexual” é vulgarmente entendida como a primeira vez que é consumado um coito vaginal. Tudo o que se faz antes disso, não é considerado sexo. Mas, então e a mão por baixo do vestido? E aquele toque intencional da outra mão que tão bem sabe ao que vai? E os beijos de olhos fechados como se aquela boca fosse o corpo todo? Isto e muito mais, não é sexo…? Pois claro que é, basta considerar os níveis de excitação que daí vêm.

Mas não é sobre esta primeiríssima vez que estou a pensar. O que pretendo é apontar as vicissitudes da primeira vez com alguém, com um novo e potencial parceiro. A proposta que faço é a de abrir aquele ficheiro erótico chamado “As minhas primeiras vezes”. Alguns lembrar-se-ão de todas, outros apenas de algumas, talvez só das melhores, ou das piores. Se imaginarmos esse ficheiro na forma de álbum de fotografias com legendas e o folhearmos, o que é que encontramos? Pode ser um exercício divertido, ou nem por isso.

FOI BOM PARA TI?

Antes de mais, faço notar que não estou a falar de encontros sexuais isolados, daquela one night standsem qualquer intenção de se repetir. Estou antes a referir-me àquela “primeira-vez” em que existe a ideia de continuidade. Mas as coisas não são nada lineares, e não raras vezes a relação que se pensava ter continuidade não resiste ao primeiro encontro erótico e uma one night stand resulta numa relação de compromisso. Felizes casualidades e tristes expectativas, há de tudo. A permanente dificuldade com que me deparo todas as vezes que escrevo sobre sexo é que sempre que falamos sobre comportamentos sexuais entramos no Reino da Diversidade, e este mundo é magnífico mas muito difícil escrever sobre ele.

A primeira-vez com alguém, independentemente do tipo de continuidade que se deseja, tem umas componentes que podem fazer dela um momento inesquecível, ou uma ocorrência desastrosa (às vezes, inesquecível de desastrosa que foi). Alguns dizem que foi “mais ou menos”, ou seja, má. Aqui não há “mais ou menos”, ou se gostou ou não se gostou, as razões para se gostar ou não gostar é que podem ser muito diversas. “Foi bom” porque deu prazer, ou “porque EU lhe dei prazer”, porque permitiu conexão emocional, porque foi uma expressão de amor, porque me entreguei, porque ele fez exactamente o que eu gosto, porque ela tem umas mamas e um rabo do outro mundo, porque senti que ele me ama, porque foi espontâneo, porque consegui levá-la para a cama (um troféu), enfim, são alguns exemplos de expressões que tenho ouvido sobre as razões que podemos agrupar em emocionais, relacionais, físicas, ou maquiavélicas, eu diria.

As razões para não se ter gostado da primeira-vez podem ser ainda mais, atrevo-me a dizer. E é assim pelo facto de poderem existir imensos turn off, ou seja, coisas que instantaneamente matam a excitação sexual e o erotismo. “Não foi bom” porque não gostei do cheiro dele, porque ele ejaculou demasiado depressa, porque os preliminares foram insuficientes, porque ela foi muito passiva, porque falava demais, porque falava à bébé, porque não tivemos privacidade, porque o sexo oral foi mau, porque a coisa não fluiu, não houve química, enfim.

Enumerar as razões de gostar ou não gostar, seria como descrever as impressões digitais. A única coisa que há a dizer é que a experiência é única, e cada um tem a sua. E mais, o que é um turn off para uns, pode ser um turn on para outros, por exemplo, falar durante o sexo ou fazer sexo em lugares públicos. Aquilo que é excitante para uns, pode ser inibidor para outros.

O QUE É QUE PODE ESTRAGAR TUDO?

Poderão intervir algumas variáveis perturbadores que fazem agitar as águas, e vou generalizar para o contexto heterossexual. No caso dos homens, é o receio de não ter uma boa performance sexual, por vezes mesmo um medo de falhar, e o receio de não satisfazer a parceira. No caso delas, o gigante Adamastor é o medo de não ser suficientemente atraente e de não agradar ao parceiro. “Ele gosta do meu corpo?” Enquanto eles se inquietam em silêncio com a pergunta “Ela gostou de estar comigo?”

Outra variável predadora do prazer no primeiro encontro é a expectativa que, pode ser demasiado elevada, ou irreal. Tecem-se fantasias e idealizações alimentadas pelo fogo do desejo e da excitação e depois… catrapuz. Nunca é como se imaginou. Este cenário é mais provável quando se é pouco experiente, e no caso das mulheres mais devotas ao amor romântico (em que ele vem com as flores e as velas e a lareira, etc).

Podemos ainda apontar outra variável que pode atribular essa primeira-vez. O preservativo, esse artificialismo de latex que, apesar de imperativo na primeira vez, pode atrapalhar por duas razões. Uma, porque “corta o momento” como se costuma dizer, obriga a uma paragem que, não só é uma interrupção indesejável, como também pode fazer perigar a função eréctil para os mais ansiosos (e mais idosos). Outra, porque não deixa sentir completamente o corpo do outro, perturba a sensação real da textura e da temperatura do pénis e da vagina.

O que é verdade, é que apesar de ser condição sine qua non na primeira-vez, ainda é elevada a percentagem de comportamentos de risco. Estas razões podem ajudar a explicar o não uso do preservativo, mas há outras. O discurso do prazer não é compatível com o discurso da saúde e do medo. Ou seja, naquele momento impera o discurso do prazer, os protagonistas estão em modo prazer e não querem activar o discurso interno do medo das infeções e das doenças.

Pode ser difícil lidar com uma má primeira-vez. Algumas deixam a promessa intuitiva de poder ser melhor, outras nem por isso. Na maioria das vezes fica tudo envolto num nevoeiro de silêncio, porque não se percebeu bem o que aconteceu, porque não se consegue falar sobre isso. Fica tudo à mercê do não dito e cada um fica entregue a si próprio e faz as interpretações que entender. É difícil falar sobre o que aconteceu, porque o encontro sexual é sempre um encontro íntimo (mesmo quando não se tem intimidade). Os corpos desnudam-se, ficam expostos, trocam-se cheiros, movimentam-se em posturas que expõem. Estão envolvidas altas instâncias do nosso mundo mais privado. Coisas sérias vão a jogo, como a auto-confiança, a masculinidade, a auto-imagem, a auto-estima. Por tudo isto é difícil falar um com o outro sobre o sexo que acabaram de fazer.

Eu diria que o grande factor protector da primeira-vez é a imprevisibilidade, ou seja, é quando não é esperado, quando não era suposto acontecer mas acontece. Não é ser espontâneo, é ser inesperado. Não é a espontaneidade, é a imprevisibilidade. O que é previsível é anti-erótico. O erotismo faz-se da surpresa e do imprevisto.

E não haja ilusões. Não é no nosso álbum das primeiras vezes que encontramos as melhores experiências. Essas vêm depois, com a prática. O primeiro tango nunca é o melhor. Só começa a ser bom ao quarto ou ao quinto, às vezes mais. É preciso tempo. Os corpos precisam de tempo.

fonte:http://visao.sapo.pt/o

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por adm às 17:54

Sábado, 15.10.16

Como ser traída afeta seu próximo relacionamento

1. Não espere se sentir ok

Nos filmes e na TV vemos a traição como um entretenimento. Mas se acontecer na sua vida vai ver como é um droga, você vi se sentir mal, ficar brava, magoada. E vai se sentir insegura para pular em um novo relacionamento, então não tenha pressa - sinta essa dor!

 

2. Quando entrar em um relacionamento, vá com calma

Você sofreu antes, e não quer se sentir vulnerável de novo, então é normal querer ir com calma. Um relacionamento monogâmico quer dizer confiar 100% na pessoa e vai demorar um pouco até se sentir assim de novo.

 

3. Você terá que ser honesta em como seu relacionamento acabou

Claro, não precisa começar no primeiro encontro soltando a bomba, mas se as coisas começarem a ficar mais sérias é bom deixar claro o que aconteceu e que você estará de olhos abertos dessa vez.

 

4. Os problemas do seu último relacionamento estarão frescos na sua cabeça

É óbvio que a culpa do seu ex ter te traído não foi sua, mas é natural ficar pensando "Será que eu era muito pegajosa? Será que não dava tanta atenção?" É sempre legal fazer uma autoánalise mas lembre-se que cada relacionamento é diferente.

 

5. Você ficará um pouco paranóica

É natural. Você confiou em alguém e essa pessoa te decepcionou. Na hora de precisar confiar de novo bate aquela dúvida: e se essa pessoa te decepcionar? Um parceiro que se importa vai entender e com o tempo você vai ver que se ele não te dá motivos, não tem com o que se preocupar.

 

Veja também: 9 lições de Beyoncé sobre traição com Lemonade

 

6. E o medo de parecer paranoica pode te impedir de falar

Ás vezes, por insegurança do que seu parceiro vai achar você pode deixar de comentar com ele que algo te incomodou. Os seus sentimentos são válidos independente do que você tenha passado antes. Então, fale!

 

7. Você vai sempre comparar as coisas com o seu antigo relacionamento. Mas não faça isso!

Não é justo tratar mal alguém por experiências antigas com terceiros. Por mais que encontre semelhanças, repare nas diferenças e não deixe traumas do passado dominarem sua vida.

 

8. Coisas pequenas se tornam gigantes

Depois do seu terrível término é normal que você comece a se preocupar com coisas que antes passavam desapercebidas. Uma amiga mais próxima, a demora pra responder a mensagem. Não deixe isso te consumir, a sua nova relação é diferente da última.

 

9. Você provavelmente ainda vai ficar triste quando falar do seu ex

Sempre terão momentos em que só de lembrar você morra de raiva do cafajeste, especialmente se acabou de acontecer. Ficar mal ao lembrar de um antigo relacionamento não quer dizer que você quer ele de volta, e se não estiver te fazendo mal, o seu parceiro deve entender.

 

10. Seu novo relacionamento vai ser incrível

Por mais que ser traída dói, e muito, não te impede de viver e ser feliz! Você vai perceber o que é uma relação saudável, com alguém fiel e que te ame assim como você o ama <3.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/a

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por adm às 17:53



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