Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Intimidades Reveladas



Domingo, 12.07.15

Carolina Dieckmann em sua melhor versão

A atriz carioca, hoje, com 36 anos, mãe do Davi, 16, e do José, de sete, é a beleza estampada na capa e recheio da GQ Brasil do mês. Carol Dickmann, como também é chamada, é pura sensualidade. Posa só de lingerie. Em entrevista à publicação, a loira fala abertamente de sexo, de nudez na Internet, dos dois casamentos e família.
 

Entre os assuntos quentes, nada de cerimônia. Carolina Dickmann entrega que não acha graça em sexo casual. “Amar alguém, chegar ao clímax juntos, isso é a melhor coisa da vida. Deve até ter uma graça no sexo casual, mas quando você ama... E eu amo desde que sou muito jovem”, confessa à revista GQ Brasil. Carolina é esposa do diretor de TV Tiago Worcman.

Mais bonita do que nuca
Dona de um corpo em forma, com tudo em cima e no lugar, a atriz, que mais parece estar eternamente na casa dos 20 e poucos anos, declarou que a melhor fase de sua vida vem sendo agora. “A idade mais bonita da mulher é depois dos 30”, afirmou ela já nas páginas da Caras.
 

“Sinceramente, não acho que seja só comigo”, pontuou Carolina Dickmann, sobre a beleza renovada após os 30. “Não sei se o que enxergo é puramente estético ou se tem uma maturidade que me agrada, um comportamento mais harmônico, o conhecimento dos próprios defeitos e qualidades. Tudo isso faz com que a gente tenha sabedoria sobre o próprio corpo”, explicou em seguida.
 

Segredo da boa forma
Toda mulher tem lá seus segredinhos para realçar o que tem de bonito. A atriz aposta em algo que lhe dê prazer. “Não me vejo em academia puxando ferro. Tento adequar minha necessidade, o que pretendo mostrar com meu corpo no momento, com uma atividade física prazerosa, como luta ou balé”, respondeu à Caras.

Quando o assunto é pele...
Carolina é decidida. “Nunca (peço para) fazer peeling, tratamento a laser, essas coisas. É um pouco do que acredito. Então, Deus tem de me ajudar (risos). E tem me ajudado”, continuou em entrevista, ela que tem uma pele de seda muito pela genética. 

 

fonte:http://www.opovo.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 09:08

Domingo, 12.07.15

Problemas debaixo dos lençóis? Saiba o que fazer

Para os terapeutas sexuais fazer sexo três vezes por semana ou duas vezes por ano é completamente normal, desde que ambos os parceiros estejam de acordo em relação a isso.

 

A especialista em sexo e relações, Dr. Bella Ellwood-Clayton explicou ao site Body + Soul que é importante ter uma vida sexual saudável se isso for relevante para ambos os membros do casal. E explica que “As baixas líbidos propriamente ditas não são o problema, mas sim a discrepância de desejo sexual – quando um parceiro tem um nível de interesse no sexo do que o outro”.

Se o seu desejo sexual, ou falta dele, lhe estão a causar problemas pessoais ou com o seu par, pode começar já a trabalhar nisso. Antes de mais é preciso conhecer as causas, como sugere Bella.

Um baixo nível sexual pode ser causado por um problema físico – como artrite ou diabetes, devido à medicação, a uma gripe ou problemas digestivos, às hormonas associadas à gravidez, amamentação ou menopausa, ou até à fadiga ou ao consumo de álcool - ou uma questão psicológica – que pode dever às hormonas do stress, depressão, ansiedade, baixa auto estima ou um trauma do passado. 

Mas também pode dever-se à falta de comunicação no casal, como não falar sobre as suas necessidades sexuais ou haver alguma questão por resolver e que gera falta de confiança.

Plano de ação: Independentemente de causa, sugere a coach, ir ao médico de família deve ser a primeira ação, para que possa verificar se há algum medicamento que está a tomar e que lhe diminui o desejo sexual. Além disso, pode encaminhá-lo para um psicólogo, se verificar que o problema é provocado por uma depressão ou ansiedade.

Fazer mais exercício físico também pode ajudar, bem como a meditação e o aumento do consumo de certos alimentos:

- O zinco ajuda na produção e libertação de hormonas sexuais. Pode encontrá-lo em ostras, certos cereais ou frango.

- Alimentos ricos em antioxidantes como o chocolate preto e os frutos vermelhos ajudam a manter a circulação do sangue até à area genital, segundo Bella.

- Malaguetas, gengibre e noz-moscada aumentam a micro circulação do sangue para os genitais.

fonte:http://www.noticiasaominuto.com/

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por adm às 09:06

Sábado, 11.07.15

Atividade sexual aumenta nos meses de verão

As pessoas sentem-se mais felizes, com mais energia e ainda mais atraentes durante os meses de verão, revela o estudo ‘The Summer Uplift Effetct’ sobre o efeito do verão no sexo. Estas podem ser as razões que explicam o aumento da atividade sexual nos meses de verão reportada pelo mesmo estudo.

 

No entanto, o estudo revela que os casais precisam de alguma ajuda para adicionar um pouco de ‘tempero’ à vida sexual, explicam os responsáveis em comunicado.

Isto porque um quinto dos entrevistados (de um total de dois mil entrevistados, entre os 18 e os 60 anos) revela que sua vida sexual não melhorou no último ano e um em cada dez (11%) afirma que não experimenta nada de novo na intimidade há mais de seis anos.

Segundo o mesmo estudo, durante o período de verão, as prioridades dos amantes alteram-se, sendo que apenas 5% dos inquiridos afirma que vai passar mais tempo com o parceiro.

"É fácil encontrar casais que tenham caído na rotina e conveniência da sua vida sexual. Mas o verão é a época do ano em que as pessoas se sentem no seu melhor, por isso é o momento perfeito para agitar a relação e experimentar coisas novas", refere Alix Fox, especialista de sexo e relacionamentos da Durex, citada pelo mesmo comunicado.

O estudo, encomendado pela marca de preservativos, mostra ainda que cerca de um terço dos inquiridos (29%) se sente mais aventureiro durante os meses de verão, sendo, por isso, de acordo com os especialistas, o período, por excelência, em que as pessoas se sentem mais predispostas para novas aventuras.

O relatório aconselha a “que se passe mais tempo de qualidade com o parceiro, desfrutando ao máximo desta energia de verão”, que também significa libertar mais endorfina, a hormona da felicidade, que nos faz sentir “mais relaxados e ligados à pessoa amada”.

fonte_http://www.noticiasaominuto.com/

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 11:13

Sábado, 11.07.15

Baby do Brasil diz estar há 18 anos sem sexo

A cantora Baby do Brasil, 62 anos, revelou, em entrevista à revista Quem, que está há 18 anos sem sexo e sem namorado. "Como faz? Entrega a Deus. É desse jeito que sou feliz. Não sinto falta de ninguém", disse a cantora, que mora sozinha. Baby acaba de lançar o primeiro DVD da carreira, A Menina Dança, que relembra sucessos da carreira solo e dos tempos do Novos Baianos como "Todo Dia era dia de ìndio", "Cósmica" e "Menino do Rio".

A direção é do filho, Pedro Baby. "Foi quem me convenceu a voltar a cantar", contou. Evangélica, Baby fez algumas alterações nas letras. "Podemos dizer que conceituei melhor o que queria passar. Em algumas letras aconteceu de dar aquela arrumada, ajustada. Escrevi em várias músicas a palavra "magia", por exemplo, mas nunca no sentido de magia negra, e sim no de alegria. Nessas novas edições tirei esse termo (magia)", afirmou.

Ela é conhecida entre os evangélcos como "popstora" (mistura de pop e pastora). No início, ela viu que o público fiel havia se afastado um pouco com a mudança. " Eu teria a mesma reação em relação a alguém que amo. Mas quando viram que continuei de cabelo roxo, notaram que eu estava na "matrix" do bem", contou.

fonte:http://atarde.uol.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 11:12

Sábado, 11.07.15

Fernanda Souza admite fingir dor de cabeça para evitar sexo: 'Acontece fácil'

Casada com Thiaguinho, atriz responde a perguntas curiosas e revela que adora coxinha de galinha

Fernanda Souza confessou já ter escapado da hora "h" com a velha desculpa da dor de cabeça. Em entrevista ao portal "Gshow", da Globo, nesta segunda-feira (6), a atriz, que se casou com Thiaguinho em fevereiro e já comemorou bodas de beijinhos, foi questionada se já evitou sexo. "Isso me acontece fácil (risos)", contou ela, referindo-se a recorrer à enxaqueca como justificativa para fugir da situação.

Mas pelo visto, o romance vai muito bem. Fernanda ainda contou que o casal é não se estressa por qualquer motivo e toalha molhada não é um deles. "Eu nunca briguei (por isso)", disse a atriz, que antes de se casar vivia um relacionamento à distância com o artista.

 



Morena e mais magra após passar por uma dieta regrada antes do casamento, Fernanda também surpreendeu ao dizer que não come chocolate. Ao ser questionada se esconde o doce para comer depois sem que ninguém olha, ela surpreendeu. "Não, porque não gosto de chocolate, mas esconderia coxinha", contou a atriz, que já assumiu a paixão por pizza. Mas quando o assunto é exercícios físicos, ela admitiu que já driblou as séries de musculação passadas pelo personal trainer: "Não é uma frequência, mas eu já (fiz isso)". Outra revelação da atriz foi usar o truque de dar o número de telefone errado para se afastar de pessoas inconvenientes: "Eu já (fiz isso)".


Atriz comenta dificuldades de entrar na linha: 'Acabo de treinar e começo a comer'

A artista teve ajuda do personal trainer Bruno d'Orleans para emagrecer, precisou enfrentar o hipotireodismo e ainda alguns momentos de preguiça para atingir o corpo magro que já ostentou nas redes sociais.

Em entrevista ao profissional, Fernanda admitiu que nem tudo são flores no processo de perda de peso, principalmente quando o assunto é malhar. "Tento apenas incentivar as pessoas que como eu não têm essa determinação e compromisso com o treino", admitiu. "Tem época da minha vida que eu não treino, tenho preguiça, fico triste...Acabo de treinar, e começo a comer", explicou a atriz. Apesar disso, ela contou que não abandona por completo a hora dos exercícios: "Tento sempre manter a atividade física na minha vida".

Com nova silhueta e os fios morenos, a atriz volta à TV na novela "A Regra do Jogo", próxima trama das nove da Globo, que vai substituir o folhetim "Babilônia".

fonte:http://entretenimento.surgiu.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 11:11

Sábado, 11.07.15

Uso recreativo: Jovens usam medicamentos para impotência sexual de forma abusiva

Um hábito, que tem se tornado comum entre os homens jovens, tem preocupado a comunidade médica: eles têm recorrido aos medicamentos para tratar disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual, simplesmente para manter diversas ereções penianas, num curto espaço de tempo, com o intuito de prolongar o prazer sexual. “Muitos não têm um componente que leve à falta de ereção, como diabetes, alterações hormonais e doenças cardiovasculares, que são problemas que podem estar relacionados à disfunção erétil”, diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP).

Em entrevista ao Casa Saudável, ela comenta sobre esse hábito dos adultos jovens, retratado por uma pesquisa inédita sobre saúde sexual masculina, realizada pela empresa Gfk e desenvolvida pela Medley Genéricos. O levantamento ouviu 800 homens brasileiros, de 22 a 65 anos, de seis capitais brasileiras: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. Na faixa etária dos adultos jovens, de 22 a 40 anos, o estudo revela que 40% deles usam medicamento para disfunção erétil para prolongar o prazer (confira no infográfico abaixo outros números da pesquisa).

“Eles ficam inseguros e usam a medicação para garantir que terão ereções sem falhas, com a certeza de que alcançarão o máximo de aproveitamento numa relação sexual”, informa Carmita. Ela frisa que a pesquisa retrata exatamente o que acontece dentro dos consultórios. E explica que os inibidores da fosfodiesterase-5 (PDE-5), como são chamados os medicamentos para tratar a disfunção erétil, podem levar os homens que os usam a ter mais de uma ereção. E o intervalo entre elas tende a ser curto.

 

“Tudo leva a crer que eles, mesmo sem disfunção erétil, querem fazer o tempo valer, sem a necessidade de relaxar e descansar, entre ereções e ejaculações, para retomar todo o processo. Se a gente olha a situação por esse ângulo, podemos pensar num uso recreativo e abusivo dessas medicações”, acredita Carmita. De qualquer forma, a psiquiatra considera que o fato de o homem recorrer a esses fármacos pode levantar a seguinte questão: “Se ele usa é porque está inseguro e pouco à vontade durante o sexo. Será que faltam confiança e autoestima nas relações sexuais?”, indaga.

Sob esse prisma, a médica vê uma linha tênue entre o possível uso recreativo dessas medicações e a utilização por questões que realmente podem interferir em problemas de ereção. Mesmo assim, diante de toda essa história, vem um alerta: quem toma o produto dessa forma, sem ter disfunção erétil, pode passar a desenvolver uma dependência psicológica.

“Do ponto de vista físico, as medicações para disfunção erétil agem de forma segura no corpo, mas claro que preocupa o fato de os jovens que estão iniciando a vida sexual usarem os inibidores da fosfodiesterase-5. Eles não esperam a falha de ereção acontecer porque não querem que ela aconteça. Mas é importante que eles saibam que falhar, nesse início, é mais do que natural. Em qualquer processo de aprendizado, a gente aprende com falhas e acertos para que possamos nos tornar competentes”, explica a especialista.

A longo prazo, o uso abusivo das medicações para disfunção erétil pode levar a uma dependência psíquica (Foto: Priscilla Burh/Acervo JC Imagem)

A longo prazo, o uso abusivo das medicações para disfunção erétil pode levar a uma dependência psíquica (Foto: Priscilla Burh/Acervo JC Imagem)

Dependência psicológica

O urologista pernambucano Misael Wanderley Júnior apresenta um dado interessante: “cerca de 90% dos homens com até 40 anos que se queixam de algum grau de disfunção sexual apresentam algum problema de caráter psicogênico que interfere na ereção”. Ou seja, fatores psicológicos também são elencados como a causa de problemas de ereção peniana.

Ele acredita que muitos homens jovens realmente tomam os inibidores da fosfodiesterase-5 sem necessitariamente precisar dessas medicações. Usam se ter disfunção erétil. E sabe por quê? “Eles se entusiasmam com o resultado, ficam turbinados e, assim, podem ter maior número de relações num menor período de tempo. A longo prazo, essas atitudes podem levar a uma dependência psíquica, o que é facilitada pelo distúrbio psicogênico presente numa parcela dos pacientes”, reforça Misael Wanderley Júnior. O médico vê esse comportamento como desnecessário e irresponsável.

A sete chaves

Outro dado apresentado pela pesquisa que merece destaque está relacionado ao segredo que os homens mantêm quando fazem uso das medicações para disfunção erétil. Metade do universo masculino, de 22 a 65 anos, não diz à parceira que faz uso de um medicamento para ter uma ereção satisfatória.

“Desde 1998, quando foi introduzida no mercado a sildenafila, primeiro inibidor da fosfodiesterase-5 utilizado no tratamento da disfunção erétil, observamos que nem toda mulher se sente à vontade quando o companheiro usa a medicação. Elas acreditam que os homens fazem uso do produto porque não têm mais interesse sexual nelas. E não é assim que acontece”, diz Carmita Abdo.

Ela explica que os inibidores da fosfodiesterase-5 não interferem na fisiologia do apetite sexual. Ou seja, se o homem não tem desejo em ter relações, o medicamento não funciona. “São medicações que atuam numa segunda etapa, a da ereção. Os homens que tomam esses fármacos precisam estar atraídos pela parceira para ter ereção”, salienta Carmita.

Metade do universo masculino não diz à parceira que faz uso de um medicamento para ter uma ereção satisfatória (Foto: Priscilla Burh/Acervo JC Imagem)

Metade do universo masculino não diz à parceira que faz uso de um medicamento para ter uma ereção satisfatória (Foto: Priscilla Burh/Acervo JC Imagem)

O fato de os pacientes não contarem às companheiras que utilizam medicações é, segundo Misael Wanderley Júnior, proporcional à idade: quanto mais jovem, mais omissão. “Isso aponta para falta de maturidade, insegurança e, evidentemente, medo de perder. Esses homens encaram a situação da seguinte forma: a possibilidade de ter que utilizar medicamento para promover o desempenho sexual atesta uma incapacidade natural”, diz Misael.

Em relação aos homens mais idosos que não abrem o jogo para as mulheres, o urologista acredita que a omissão parte do seguinte fato: “Eles preferem esconder porque as parceiras têm medo de possíveis contraindicações do medicamento, mas omitem especialmente pelo receio que as mulheres têm de os companheiros se revigorarem sexualmente e buscarem sexo fora do casamento”, afirma Misael.

Verdade seja dita, os medicamentos para tratar disfunção erétil são seguros quando bem prescritos pelos médicos. Apesar de ser encontrados em qualquer farmácia da esquina, não são uma bala qualquer. Devem ser tomados depois da análise criteriosa do médico, que indica a medicação adequada de acordo com o perfil de cada paciente. Afinal, o importante mesmo é correr atrás de uma vida sexual mais ativa – e sempre com saúde.

 

fonte:http://blogs.ne10.uol.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 11:10

Quinta-feira, 09.07.15

Os 3 erros que os homens portugueses cometem e que matam a relação

Ao i, o psicólogo Quintino Aires explicou que existem três erros que os homens portugueses cometem e que podem mesmo levar ao fim de uma relação.

Depois de ter elaborado uma lista com os principais erros das mulheres portuguesas, Quintino Aires fez agora a lista para o sexo masculino. Veja se concorda:

1- As sogras. "Muitas vezes ouvimos falar sobre a questão das sogras. Mas, na verdade, a origem deste sério problema para os casamentos não está na mãe do marido mas no próprio marido. De uma forma quase infantil, os homens portugueses não entendem que a mãe foi, repito, foi, a mulher mais importante durante no seu desenvolvimento. Uma vez casado deve fazer sentir a essa mulher que ela é agora a pessoa mais importante na sua vida. Mesmo ainda antes dos filhos", sublinha.

2 - Sexo. "Os homens portugueses são pouco aventureiros no sexo. Fazem muito, ou dizem que fazem muito, mas sempre repetindo as mesmas práticas. Por vezes, este erro torna-se ainda mais grave quando procuram (fora do casamento) satisfazer o que imaginaram mas nunca experimentaram no casamento. O sexo está para os adultos como a brincadeira para as crianças. Uma criança ganha intimidade e gosta de partilhar momentos com as outras crianças com quem brinca. Por isso, se o homem português fosse mais criativo na sexualidade, com a mulher com quem casou, o amor entre os dois poderia ser eterno".

3 - A vida fora de casa. "Como latino, o homem português passa demasiado tempo fora de casa. Não integra a sua mulher no futebol e diverte-se demasiado com amigos. Assim perde tempo de partilha fundamental para o vínculo com a sua mulher, vínculo que é preciso alimentar dia-a-dia. Fora de casa muito tempo, a necessidade de diálogo da mulher é preenchida com amigas e com os filhos. E a cada dia ele deixa que ela se sinta mais e mais distante emocionalmente e menos fascinada por ele", sublinha ainda Quintino Aires.

Pode também recordar a lista que Quintino Aires fez para as mulheres portuguesas. 

fonte:http://www.ionline.pt/

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por adm às 14:51

Terça-feira, 07.07.15

Quer melhorar a sua vida sexual? Coma estes alimentos

A vida sexual tem altos e baixos. Existem vários factores que podem contribuir para isso, mas sabia que o que come tem um grande impacto nesta parte da sua vida?

Segundo Jennifer R. Berman, directora da Berman Women’s Wellness Center, existem alimentos que fazem com que tenha mais vontade de fazer sexo e que melhoraram o desempenho.

A Time fez uma lista com alguns desses alimentos:

Peixe e marisco: As ostras são dos alimentos afrodisíacos mais conhecidos. Mas os peixes mais gordurosos – como o salmão e arenque – contêm Ómega3, um composto essencial para ter um coração saudável, o que, consequentemente, melhora a vida sexual.

Rúcula: Um estudo citado pela Time revela que os minerais e os antioxidantes contidos nas folhas da rúcula são essenciais para uma boa vida sexual. Isto porque ajudam a “bloquear a absorção de substâncias que contaminam o ambiente e que têm um impacto negativo na libido".

Figos: São considerados excelentes afrodisíacos porque estão cheios de fibras solúveis e insolúveis, importantes para o coração.

fonte:http://www.sol.pt/n

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por adm às 14:50

Segunda-feira, 06.07.15

A sua relação está a em crise? A prioridade é melhorar o sexo, dizem os especialistas

Ao longo de várias décadas, as terapias de casal deixaram a vida sexual para segundo plano, dedicando-se a trabalhar outras questões do relacionamento. Mas correntes mais recentes da psicologia defendem o contrário, como explica o The New York Times. Se uma relação não está a correr bem, a prioridade é falar sobre sexo e apimentar a vida íntima.

Estas conclusões foram debatidas no mês passado no Centro de Terapia Focada nas Emoções de Nova Iorque, onde decorreu o congresso 'Sexo e Afecto: de mãos dadas'. O evento com vários workshops sobre terapia sexual e comportamento sexual contou com a presença de cerca de 400 especialistas.

Na terapia de casal tradicional, os especialistas são treinados para se focar nos problemas da relação, como a comunicação. A vida sexual apenas é abordada se o casal tocar no assunto. Mas, na última década, vários especialistas têm advogado e praticado nas suas consultas uma corrente oposta, que enfatiza a importância do ‘bom sexo’ nas relações. E muitos levam esta teoria ao limite, sugerindo que antes de tudo os casais devem apostar na vida sexual para só depois abordar outros assuntos.

Alguns especialistas tornaram-se oradores populares em conferências deste género. Mas a ‘mãe’ desta corrente é a terapeuta belga Esther Perel, de 56 anos, que escreveu o livro Amor e Desejo na Relação Conjugal (Editorial Presença). A obra é considerada uma saudável ruptura do modelo de casamento da sociedade actual. A autora incita os leitores a superar as ansiedades e inseguranças, preservando a autonomia como seres individuais e adultos, defendendo que o desejo morre se não existir mistério - para que as fantasias e os jogos eróticos possam florescer.

A psicóloga, que vive em Nova Iorque, foi em Março oradora numa conferência TED sobre este tema. Os vídeos desta intervenção contam já com cerca de dois milhões de visualizações.

“Um ‘affair’ é um acto de traição mas também uma experiência de desenvolvimento e crescimento”, disse em entrevista. “É um trauma na relação, mas não é um crime. Muitas vezes a família renasce mais forte e resiliente e o casal sai do cenário de marasmo em que estava”.

fonte:http://sol.pt/S

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por adm às 14:50

Domingo, 05.07.15

7 dicas para fazer sexo 7 dias por semana sem cair na rotina

Não existe relacionamento longo que resista à rotina. Eventualmente, as prioridades mudam, os problemas aparecem, e o sexo esfria. Porém, é importante que o casal busque formas de driblar a mesmice e mantenha a chama acesa, já que uma vida sexual saudável e satisfatória é crucial para a felicidade da relação.

O casal Eme Viegas e Jaque Barbosa, experts em sexo e autores do livro Mulheres Boas de Cama e do site Casal Sem Vergonha, elaboraram 7 dicas que eles e elas podem (e devem) seguir para reacender o fogo no quarto:

Conte quais são seus desejos – não guarde suas fantasias sexuais para si mesmo. Se uma vontade diferente surgir, divida-a com o parceiro e aposte no fator surpresa. “Em uma relação de confiança e respeito, ambos podem tirar proveito de uma aventura incomum”, defende o casal.

Abra-se para aprender e ensinar – guiar e ser guiado pelo parceiro é estimulante, principalmente se isso trouxer novidade para o casal. Procure conhecer o outro e ensinar sobre si mesmo. Prestar atenção também na satisfação do outro é fundamental.

Tenha experiências diferentes – danças sensuais, conversas picantes, sexo virtual, SMS com segundas intenções, uma ligação, um bilhete ou um olhar sedutor: tudo isso serve para incitar o desejo. Tente novas abordagens para iniciar o sexo, ao invés de simplesmente dirigir até o motel.

Transe em lugares diferentes – o local do sexo também deve variar. Esqueça o quarto e vão para a sala, banheiro ou cozinha. Se quiserem ousar ainda mais, tentem um lugar público, sob o risco de serem pegos.

Familiarize-se com acessórios eróticos – visitem um sex shop e busquem algo interessante e estimulante. “Adquirir um desses brinquedos pode ser uma forma de introduzir o ‘ousado’ em uma relação que caiu na monotonia”, defendem os experts.

Pratique a sedução – “um casal só permanece verdadeiramente unido caso se apaixone de uma forma diferente todos os dias”, argumentam. Por mais que a relação e as pessoas mudem ao longo do tempo, a vontade de encantar o parceiro deve permanecer.

Capriche nas surpresas – não espere uma data comemorativa para mudar o visual, preparar uma noite especial ou usar roupas íntimas provocativas. Saia do usual para dar ao sexo o ar de novidade.

 

Fonte: Com informações do Bolsa de Mulher

Autoria e outros dados (tags, etc)

por adm às 14:59




Pesquisar

Pesquisar no Blog