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Intimidades Reveladas



Terça-feira, 28.07.15

A atracção é controlável e há 4 factores imprescindíveis

As mulheres gostam de homens que as façam rir e os homens preferem mulheres que se riam das suas piadas.

Segundo a ciência há factores que nos tornam mais atraentes perante o sexo oposto e a revista Time avaliou vários estudos e fez uma lista com quatro dos pontos imprescindíveis a manter se queremos que reparem em nós.

1) Humor: Estudos recentes sugerem que apesar ambos os sexos gostarem de um “bom sentido de humor” no parceiro, aquilo que homens e mulheres entendem por "bom sentido de humor" é bem diferente. Enquanto as mulheres tendem a preferir homens que as façam rir, os homens setem-se mais atraídos por mulheres que se riam das suas piadas. 

2) Mostrar-se interessado: “Se perguntar a alguém sobre a sua experiência no que toca a apaixonar-se, mais de 90% dir-lhe-á que o principal factor que despoletou essa sensação foi descobrir que o outro estava interessado”, revela um estudo citado pelo mesmo site. Portanto, preocupar-se com aquilo que o parceiro ou futuro parceiro pensa de si é bom sinal e é produtivo.

3) Ter bons assuntos para falar: A troca de informação pessoal e a artilha de emoções cria uma ligação mais forte, defende o psicólogo Arthur Aron. 

4) Ter personalidade: Uma pessoa recta, consciente e agradável dará um bom marido/mulher e pai/mãe, explica o site da Time. Já baixos níveis destas qualidades estão ligados a uma promiscuidade sexual e infidelidade.

fonte:http://www.ionline.pt/

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por adm às 20:05

Segunda-feira, 27.07.15

Momentos a dois para dias quentes e sensuais

As potencialidades da criatividade sexual são quase infinitas. E se a sua vida íntima lhe parece ser, na maior parte das vezes, “apenas sexo”, isso pode significar que está na hora de dar uma volta ao assunto. Afinal, do que é que está à espera para acrescentar alguma variedade? Não fique de braços cruzados a aguardar que a monotonia acabe de vez com os seus desejos e impulsos. Uma boa dose de imaginação e alguma coragem, é verdade, podem conduzir a verdadeiros milagres. Ouse sair do conforto do seu quartinho e experimentar as delícias do sexo “fora de portas”, mesmo que fique em casa. Deixamos-lhe algumas sugestões. O importante é que se divirta, ao mesmo tempo que dá um impulso à sua vida sexual.

 

Em casa

Com toda a certeza que já se apercebeu que a sua casa não é apenas o seu quarto. Então, porque insistir em fazer amor sempre no mesmo sítio? Descubra todas as potencialidades do espaço onde vive e... ama.

Na cozinha. Superfícies limpas e planas – mesas e bancadas – servem de palco a encontros plenos de erotismo e romance. O cheiro e a própria comida são ótimos pretextos para o início da brincadeira, que pode começar com uma refeição à luz das velas – e uma garrafa de vinho – e terminar com uma “sobremesa” muito especial, servida, também ela, na mesa do jantar.

Na casa de banho. Os espelhos desta divisão podem marcar a diferença. Já a banheira, esse mundo de erotismo, oferece-
-lhe múltiplas escolhas...

 

Na praia

A questão está em como saber levar avante o impulso sem que isso se revele uma falta de civismo e respeito pelo próximo. Praias isoladas ou com dunas altas são pontos preferenciais para quem quer render-se aos encantos da frescura do ar e ao som ritmado das ondas. A noite na praia tem também uma magia desconhecida para os que nunca se aventuraram. À beira-mar, não deixe de trocar beijos e carícias, como aperitivo. Não se esqueça é da toalha, porque a areia pode ser indiscreta e incomodar.

 

No carro

Local de eleição de adolescentes com poucas opções de privacidade é, no entanto, um desafio pleno de romantismo (e coragem) para um casal adulto. Por não ser muito seguro, convém que sejam tomadas algumas precauções: trancar as portas e não escolher locais muito isolados. Afinal, é num parque de estacionamento ou numa rua algo movimentada que a aventura pode atingir níveis elevados de excitação.

 

No campo

O contacto com a terra, o som dos passarinhos, a sombra das árvores e o cheiro do campo sempre foram, são, e continuarão a ser, excelentes estímulos ao romance e à paixão. Se não quiserem ser perturbados por formigas ou mosquitos, por exemplo, optem por montar uma tenda num local bem sossegado e aproveitem.

 

No hotel

Ainda que lhe possa parecer o mesmo que ficar em casa, não é! Uma escapadela à hora do almoço ou um final de tarde diferente batem certo com o ambiente de um quarto de hotel. Ideal para casais com filhos ou para aqueles que preferem o conforto de uma boa cama. Os dois podem mesmo fingir que são amantes, apimentando, assim, ainda mais o encontro.

 

No elevador

Um dos locais mais badalados da ficção é uma realidade à mão de semear para muita gente. Aproveitá-la é que já poucos são capazes de fazer. Parem o elevador entre dois andares (quanto mais altos melhor) e, enquanto não aparecem queixas ou tentativas de socorro, renda-se ao desejo. Será inesquecível!

fonte:http://tvmais.sapo.pt/

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por adm às 21:44

Domingo, 26.07.15

5 benefícios surpreendentes do sexo na sua saúde

As relações sexuais não têm apenas benefícios para o seu relacionamento. A sua saúde também ‘ganha’ (e muito) com o acto sexual.

O site WebMD falou com vários especialistas e fez uma lista dos vários benefícios das relações sexuais para a saúde dos homens e das mulheres.

1. Ajuda o sistema imunitário

 As pessoas que têm relações sexuais têm um sistema imunitário mais forte, isto é, têm uma maior resistência a vírus, germes, bactérias, entre outros.

“As pessoas sexualmente activas faltam menos dias ao trabalho por estarem doentes”, afirma a especialista em sexualidade, Yvonne K. Fulbright.

Mas há outras coisas que deve fazer para potenciar o seu sistema imunitário, como comer de maneira saudável, dormir e fazer exercício físico.

2. Melhora o controlo da bexiga nas mulheres

A incontinência é um problema que irá afectar cerca de 30% das mulheres, a determinada altura das suas vidas. Logo é importante  manter um pavimento pélvico fortalecido.

O acto sexual funciona como exercício físico para os músculos pélvicos. Durante o orgasmo, esses músculos contraem, fazendo com que se tornem mais fortes ao longo do tempo.

3. Diminui a probabilidade de ter um ataque cardíaco

Uma vida sexual activa é muito benéfica para o seu coração (e não, não estamos a falar da parte sentimental). Para além de aumentar a sua pulsação, também ajuda a manter os níveis de estrogénio e de testosterona equilibrados.

O médico Joseph J. Pinzone explica que quando um destes elementos baixa, o risco de ter osteoporose ou doenças cardíacas aumenta. Um estudo comprovou que os homens que têm relações sexuais, pelo menos duas vezes por semana, têm metade da probabilidade de morrer com uma doença cardíaca do que aqueles que raramente têm relações sexuais.

4. Diminuiu a dor

Da próxima vez que pensar em tomar um ben-u-ron ou um brufen para as dores de cabeça, experimente ter relações sexuais.

“Os orgasmos podem aliviar a dor”, explica o professor Barry R. Komisaruk. Isso acontece porque é libertada uma hormona que ajuda a aumentar o limiar da dor. 

O professor afirma ainda que a estimulação vaginal pode ainda aliviar dores crónicas e dores nas pernas. “Muitas mulheres disseram-nos que a masturbação pode reduzir as cãibras menstruais, dores nas articulações e, em alguns casos, dores de cabeça”, acrescenta Komisaruk.

5. Melhora o sono

Da próxima vez que adormecer a seguir ao acto sexual, não se sinta envergonhado. Não só é algo que não controla, como é bom para a sua saúde.

A probabilidade de adormecer mais rapidamente aumenta depois de ter relações sexuais, devido a uma hormona que é libertada depois do orgasmo. A psiquiatra Sheenie Ambardar afirma que a hormona prolactina faz com que a pessoa se sinta relaxada e com sono.

fonte:http://sol.pt/SOL/n

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por adm às 21:42

Domingo, 26.07.15

Especialistas listam dicas pra tirar o sexo da rotina no dia-a-dia

Na correria do cotidiano a gente acaba caindo naquele velho clichê do sexo rotineiro. Sem muita novidade, com as mesmas posições e situações de sempre, em horários alternados (que podem ser dias ou longos períodos) e muitas outras situações que acabam acontecendo quando se estabelece uma rotina. É comum que isso aconteça, até porque ninguém vive 24 horas por dia só para o sexo. Então, como renovar esse quadro sem ter que se esforçar muito e buscar inovações que também demandam tempo? Aqui vão algumas dicas de como tornar o sexo mais prazeroso no seu dia a dia.

 

 

1) Surpreenda

Mulheres gostam de reclamar que homens são seres completamente alienados na hora do futebol e homens reclamam de mulheres na hora da novela. Surpreenda. Que tal chegar sem roupa, do nada, enquanto ele assiste ao jogo do time? Que tal começar a fazer carinhos mais íntimos enquanto ela assiste a novela? Espere o outro na cama quando ele ou ela chegar cansado do trabalho. Entre de mansinho enquanto o outro toma banho. Sexo surpresa é melhor que qualquer data marcada e horário. Acordar com um boquete é coisa divina.

2) Esqueça do mimimi

Sexo bom é sexo em que você não se preocupa com o cabelo, com o batom, se a luz mostra a celulite, se a barriga está grande, se tem vergonha ou não de alguma coisa. As convenções sociais não têm espaço na cama. Quer sentir prazer? Então faça o que tem vontade e da forma que tiver vontade. Garanto que não há cabelo bem arrumado que supere o prazer da bagunça pós-sexo. E vergonha é um vilão na hora de satisfazer seus desejos. Entre quatro paredes vale mais do que você imagina.

3) Foque no prazer do outro

Sexo bom é sexo bom pros dois. Do que adianta você ter gozado e ele/ela não? E vice-versa? Você não está ali para provar que conhece todas as posições do Kama Sutra nem para que te vejam como o melhor sexo da vida de alguém. Sexo sem preocupações, com algum objetivo maior é muito melhor. Foque mais em dar, do que em receber prazer a recompensa sempre chega.

4) Papo reto

Diálogo sempre resolver tudo quando ambas as partes colocam na mesa o que acontece. Se há estresse, converse. Cama não é lugar de bate-papo, mas é indiscutível que muito do que acontece fora dela interfere na hora H. Então, abra a sua cabeça, desove os problemas antes, fale sobre fantasias e fetiches que gostaria de realizar, deixe que o parceiro te conheça melhor antes para que o durante e o depois sejam excepcionalmente prazerosos.

FONTE:
  • Com informações do Casal Sem Vergonha

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por adm às 21:05

Domingo, 26.07.15

Amor desgastado? Vidente dá dicas para reciclar relações

Um  grande número de pessoas tem dificuldade de se desfazer de seus pertences, menos ou mais valiosos, o que explica gavetas abarrotadas, sapateiras que esperam certas sandálias voltarem para a moda, bugigangas, revistas antigas, potinhos, garrafas e muitos outros itens das mais diversas naturezas.

 

De vez em quando uma limpeza expulsa os excessos mais evidentes, que acabam sendo sumariamente eliminados. O resto continua guardado, o que expressa a dificuldade humana de se desapegar, de transformar o que pode ser reaproveitado.

Assim também ocorre nas relações em geral, e no amor em particular. Frente a um amor desgastado, que desperta ciúmes, insegurança, sofrimento e decepção é necessário – e mesmo indispensável – reciclar.

Em que nível? Bem, verdade que essa pergunta é oportuna: tanto se pode reformar, reinventar a relação, como renovar totalmente, por inteiro, o estoque e buscar novo relacionamento.

Fácil falar. Difícil executar. E mais difícil conseguir: os laços familiares, financeiros e, principalmente, o desesperado amor impedem qualquer movimento ou iniciativa mais ousada e ampla.

Por isso, em muitas situações, essa é a tarefa determinante, principal: encontrar como reciclar a relação, jogar fora o inútil. De que adianta brigar todos os dias, sempre e sempre, pela mesma causa? De que adianta enfrentar sempre as mesmas "neuras"? De que adianta pedir as providências que nunca são tomadas? De que adianta tanta DR (Discutir Relação) inútil?

Recicle. Modifique. Um perfume novo, um corte de cabelo mais moderno, mudanças que valorizem a individualidade e elevem a estima. Reciclar também, por fim, o ambiente: mudar os móveis, desistir da conhecida pizzaria, procurar novos entretenimentos, renovar os passeios e interesses culturais, coisas pequenas que significam bastante.

Resta concentrar energias e torcer para que as novas atitudes tomadas sejam bem sucedidas. Assim, se completa a travessia da via da transformação, abrindo a possibilidade de sorte para encontrar alguém; a pessoa certa,  de acordo, que complete a total reciclagem da vida pessoal. 

fonte:http://vidaeestilo.terra.com.br/

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por adm às 19:12

Domingo, 26.07.15

Há mais mulheres portuguesas que homens em site de infidelidade

Em Portugal, há mais mulheres do que homens a usar o siteAshley Madison, que potencia as relações extra-conjugais. O site foi alvo de um ataque de piratas informáticos no dia 20 de Julho, que conseguiram aceder e divulgar a identidade de vários utilizadores. No entanto, a empresa Avid Life Media, dona do site, afirmou ao Correio da Manhã que retirou com êxito as informações divulgadas online.

 

Segundo a mesma fonte, ainda não houve pedidos para eliminar perfis de portugueses que estejam entre os 37 milhões de clientes do site.

 

Segundo os hackers, o ataque cibernético deveu-se à exigência de pagamento pela opção Full Delete, que apaga toda a informação do cliente do site. Agora, o Ashley Madison explicou ao Correio da Manhã que essa opção passa a ser gratuita.

 

O site Ashley Madison está em Portugal desde 2013. Em média, as portuguesas registadas no site têm 33 anos, e os homens 41. 

fonte:http://www.sabado.pt/

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por adm às 18:51

Sábado, 25.07.15

Por que os homens acordam tão empolgadinhos?

Hoje é Dia do Homem, por isso o blog Saúde sem Neura resolveu abordar um assunto que gera dúvidas tanto na cabeça deles como também na nossa. Você sabe explicar por que os homens costumam acordar com o pênis ereto? Se assim como eu (Fabi) você sempre achou que o apetite sexual deles é mais intenso nesse período, errou. A ereção matinal é algo normal, fisiológico e involuntário, explicou o urologista Roni de Carvalho Fernandes, presidente da SBU-SP (Sociedade Brasileira de Urologia), nesta terça-feira (14) durante um evento muito bacana sobre sexualidade masculina organizado pela Bayer.

Segundo o médico, há dois motivos para nossos parceiros (não importa a faixa etária) despertarem empolgadinhos. O primeiro deles é que durante o sono o homem costuma ter ereções involuntárias a cada duas horas, justamente no momento que entram naquele descanso mais profundo e pesado chamado de sono REM (rápido movimento dos olhos).

Dessa forma, se o despertador tocar sincronizado com o momento que esse fenômeno, que costuma durar 30 minutos, acontece com o corpo masculino o resultado é a ereção. Assim, nem todos os dias o homem vai acordar com a “barraca armada”, precisa ser no período do sono REM.

Outro motivo para eles estarem em ponto de bala é porque estão com vontade de fazer xixi. Quando a bexiga está cheia, ela pressiona os nervos que transmitem os impulsos da ereção. Isso significa que nem toda ereção matinal se reflete em desejo sexual. Maaas, é claro que seu parceiro pode aproveitar o pênis ereto para fazer sexo, mesmo sem estar com tanta vontade.

Já que é normal acordar com a ereção matinal, caso isso não aconteça com frequência é fundamental procurar o médico. Segundo o dr. Roni, pênis desanimado pela manhã pode ser sinal de disfunção erétil.

fonte:http://noticias.r7.com/bl

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por adm às 21:41

Sexta-feira, 24.07.15

Natalia Casassola no Paparazzo: ‘Sexo oral feito por mulher é melhor’

Desinibida, despachada, polêmica, sensual. As palavras que definem Natalia Casassola, hoje com 30 anos, são as mesmas que fizeram a gaúcha roubar os holofotes quando participou pela primeira vez do “Big Brother Brasil”, na época em sua oitava edição, quando a loira tinha 22 anos. Apesar de continuar com o mesmo sorriso largo e sem pudores para falar de assuntos como a sua bissexualidade, ela garante que mudou muito. Em seu segundo ensaio sensual para oPaparazzo, Natalia e mostrou o corpo voluptuoso que deixou muita gente babando - inclusive Fernando Mesquita e Yuri Fernandes, respectivamente na oitava e décima terceira edição do “BBB”.

De fato, muita coisa mudou nos últimos sete anos. Ao sair do confinamento, Natalia viveu um affair com Fani Pacheco, mas na época não considerava o clima com a também ex-BBB um indício mais forte de seu interesse por pessoas do mesmo sexo. Agora, afirma com todas as letras que é bissexual: “A mulher hoje em dia é direta,  vai lá e faz. Por isso digo que os príncipes estão virando sapos. Eu mesmo sou assim. Acho que talvez elas estejam tão diretas que os homens estão mal acostumados a não agir como homens e acomodados nessa situação, porque a mulherada pega e vai, firme e forte. E talvez por isso eu fique com mulheres”.

A gaúcha diz que não sentiu muita diferença no dia a dia depois que falou sobre o assunto publicamente. “Minha vida intimamente não mudou porque já era bissexual e só anunciei. Lógico que a quantidade de mulheres que antes não vinha, agora vem mais tranquila, tendo a certeza de que tudo bem. Mas também não é uma coisa assim, tipo Nossa Senhora! Eu não sou a Xuxa (risos). Como falei de uma coisa que para mim era tão natural e que eu não estava fazendo mídia, foi normal”.

'Assunto de mulher é chato'

 Mesmo afirmando que tem atração por mulheres, Natalia explica que as ficadas têm  momento certo para acontecer. “Não saio de casa para encontrar outra mulher e jamais vou namorar uma porque acho mulher muito chata. Assunto de mulher é chato, as conversinhas... Fico com mulher em balada quando já estou mais para lá do que para cá, e como as mulheres têm mais atitude do que os homens, acabo ficando com elas. É mais uma diversão. Eu gosto, não deixo de gostar de mulher, mas não levaria isso para um compromisso, para uma coisa mais séria. Não aguentaria”.

Mesmo impondo limites, Natalia assume que o interesse é completo e vai muito além do beijo na boca. “Faço sexo, sim. Se beijou, você faz. Não venha me dizer ‘ah, eu só beijo’. Porque quando você está beijando, a pepeca está batendo palma”, brincou ela, que disse ter descoberto essa atração na época em que se envolveu com Fani.

A gaúcha acha que o relacionamento com mulheres foi a grande revolução que aconteceu em sua vida sexual nos últimos anos: “Foi o que acrescentou, porque sempre fui tão safada que não tem uma coisa que eu diga: ‘Nossa, mudei, eu era papai e mamãe e virei de quatro agora’. Então a grande diferença foi essa”.

Entre o beijo de um homem e o de uma mulher ela diz que não tem preferência, mas que quando beija uma mulher gosta de encarnar seu lado “macho”. “Um beijo é totalmente diferente do outro. De mulher com mulher eu sou o homem porque tenho vontade de morder. Porque é tão delicadinho...”. Mas quando o assunto é sexo oral, é taxativa: “Ah, para fazer na gente, mulher é melhor!”.

Morando em Florianópolis, Natalia conta que curte aventuras de improviso e não gosta de planejar. “Sou de momento. Tem que ter o momento certo porque se você planeja muito não fica uma coisa gostosa. Já fiz sexo na beira da praia e foi maravilhoso porque estávamos no final da tarde e eu moro numa praia mais isolada de Florianópolis. Costumo levar um lençol de casal para não ficar cheia de areia e aí você brinca, dá uma enroladinha no lençol e ninguém vê nada".

 

fonte:http://www.tribunahoje.com/

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por adm às 21:27

Segunda-feira, 13.07.15

Saiba quais são as 9 coisas que as tornam fenomenal na cama

Ao contrário do que muita gente imagina, não é necessário ter conhecimento de inúmeras posições sexuais ou mesmo ser mestre no Kama Sutra para se tornar uma mulher poderosa entre quatro paredes. Atitudes bastantes simples podem fazer com que você seja surpreendente e até mesmo sensacional na cama. Confira algumas sugestões a seguir:

Evitar julgamentos e saber ouvir e, quem sabe, colocar em prática as fantasias do parceiro pode ser bastante sedutor.

Ser passional e perder o controle e os sentidos na hora do sexo pode te levar às alturas e deixar o parceiro sem fôlego, mas com vontade de querer sempre mais.

Apostar em acessórios e brinquedos eróticos para apimentar a relação mostra que você é uma mulher disposta a ir além na hora H.

 

Pensar em sexo é essencial para manter a vitalidade. Fantasiar, mesmo quando estiver solteira, faz parte do processo de erotização.

Ser generosa e, às vezes, colocar o prazer do parceiro em primeiro lugar pode ser excitante tanto para ele como para você mesma.

Tentar de tudo pelo menos uma vez na vida, em comum acordo, pode ser garantia de orgasmos surpreendentes.

Saber ter prazer sozinha e explorar o próprio corpo ajuda você a entrar em contato com sua sexualidade e tirar proveito de todos os momentos quando estiver acompanhada.

Ser espontânea e evitar poses, caras e bocas durante a transa é essencial. Além de ficar presa a “modelos” seu parceiro pode se sentir enganado durante o ato.

Bom humor é, sem dúvidas, um dos maiores afrodisíacos. Saber rir de si mesma e levar o sexo na esportiva faz com que você se sinta mais relaxada e, consequentemente, mais aberta ao orgasmo.

 

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por adm às 09:09

Domingo, 12.07.15

O romance não tem necessariamente de envolver sexo

Eram palavras que eu não esperava ouvir do meu terapeuta: "Eu não acredito que uma pessoa possa ser assexual." Apenas duas semanas da minha vida depois de me ter identificado como pertencendo ao grupo das pessoas assexuais, eu já estava a enfrentar aquela velha reação a qualquer ato de autoidentificação: a resposta "não faz sentido". Normalmente fujo do conflito, mas neste caso tive de bater o pé no chão.

"Eu vou ter de discordar", disse.

Mas é fácil de fazer prevalecer a opinião do meu terapeuta. Filmes, livros e programas de televisão glorificam rotineiramente o sexo como a quinta-essência, o principal indicador de que um relacionamento romântico é sério e de que o amor está presente.

Em Como Perder um Homem em 10 Dias (sim, eu sou louca por uma boa comédia romântica), as duas personagens principais - uma que entra na relação por razões de pesquisa jornalística, a outra por causa de uma aposta - fazem sexo imediatamente depois de decidirem que têm sentimentos sérios um pelo outro. Romeu e Julieta casam-se, em parte, para poderem consumar o casamento. Mesmo a própria linguagem tem o sexo em alta estima: A frase "fazer amor" significa "ter relações sexuais", como se fosse a única maneira verdadeira de expressar o amor.

Na minha aula de Saúde no secundário, passámos dois meses a discutir o sexo. Estudámos diagrama após diagrama de partes do corpo que não conhecíamos, analisámos com detalhes meticulosos o vasto leque de doenças infeciosas com que os nossos parceiros nos poderiam brindar e falámos sobre como a única forma garantida de evitar uma gravidez é a prática da abstinência.

Durante todo esse tempo ouvimos muitas garantias de que não fazer sexo não tem nada de errado. Mas em nenhuma dessas aulas ouvi as palavras: "Não querer sexo não tem nada de errado."

Afinal de contas estávamos numa sala cheia de adolescentes de 16 anos prestes a descobrirmo-nos como seres humanos adultos. A minha professora de Saúde simplesmente presumia que nós queríamos sexo. Como não?

Mas, durante as interações com amigos, eu vi os resultados reais de todo esse tempo passado nas aulas a olhar para desenhos de sistemas reprodutores. Uma amiga íntima da escola mandou-me uma mensagem na manhã seguinte a ela e o namorado terem feito sexo pela primeira vez. Ela dizia que se sentia estranha, mudada de alguma forma.

Outra amiga resolveu atualizar--me sobre o estatuto do seu relacionamento mais recente: "Ele queria que a sua primeira vez fosse comigo, diz que me ama, que somos almas gémeas."

Durante o furacão Sandy, fiquei sentada com uma dúzia de colegas num quarto sem eletricidade no nosso dormitório na baixa de Manhattan e jogámos à verdade ou consequência sem as consequências. Quase todas as perguntas foram sobre sexo ("Fizeste sexo oral no último mês?"), como se nós não conseguíssemos pensar noutra coisa.

Toda aquela conversa sobre sexo tinha-me deixado totalmente preparada para o despertar do meu próprio desejo sexual. Eu esperava o dia em que ao olhar para alguém pensasse: "Uau, esta pessoa é muito atraente."

No entanto, numa página do meu diário do ano anterior, eu tinha escrito: "Eu não pareço sentir-me atraída por ninguém e não entendo porquê". Lembro-me de estar deitada no chão da sala de estar dos meus pais a ouvir os Smiths e de pensar que havia alguma coisa de muito errado comigo.

As minhas amigas soltavam exclamações de deslumbramento ao verem fotografias de celebridades do sexo masculino em tronco nu que me deixavam indiferente. Elas sonhavam com cenas de amor com vários colegas. Os meus sonhos eram todos sobre chumbar a alguma cadeira ou apocalipses com zombies.

Não me lembro onde vi pela primeira vez a palavra "assexual" - algures no Tumblr, imagino. Mas, durante o meu segundo ano de faculdade, numa cadeira chamada Abordagens a Estudos sobre Género e Sexualidade, lemos um artigo de Anthony F. Bogaert, psicólogo e professor da Universidade Brock, em Ontário no Canadá, que tentava definir a assexualidade e argumentar a favor da sua legitimidade como uma orientação sexual. Só depois de ter conversado com uma amiga que se identificava como assexual é que eu percebi o quanto o termo se identificava comigo.

"Eu só acho que o romance não tem necessariamente de envolver sexo", disse ela.

E aquilo fez sentido para mim. Eu sentia vontade de me envolver romanticamente com certas pessoas, mas essa vontade não incluía o sentir desejo sexual por elas.

Na época, eu tinha tido apenas duas relações amorosas que tinha considerado sérias. O sexo desempenhara um papel central na primeira. Eu conhecia o rapaz da escola, embora só tivéssemos começado a namorar no verão depois de termos terminado o ensino secundário. Eu aceitei gentilmente os seus avanços. Ele era mais delicado e atencioso do que a maioria dos rapazes com quem eu tinha interagido até então e estava ansiosa por ter uma relação romântica, convencida de que isso iria despertar a besta sexual que presumia ter dentro de mim.

Para ele, a atração física e emocional estavam interligadas. Quanto mais profundamente envolvidos nos tornámos fisicamente, mais a sério ele levava a relação. Ele proferiu o seu primeiro "amo-te" enquanto estávamos envolvidos em jogos amorosos, seminus. Depois de, finalmente, termos tido relações sexuais, ele convidou-me para conhecer a sua família alargada na véspera de Natal.

Na manhã seguinte, enquanto tomava um café no McDonald"s mandei uma mensagem a uma amiga: "Não me sinto diferente."

A partir de então, as noites em que não tínhamos qualquer tipo de relações sexuais tornaram-se raras. Sempre que regressava de uma visita de fim de semana à sua faculdade a norte do estado, passava o resto do dia na cama, sentindo-me infeliz com ele e comigo, embora não conseguisse explicar porquê.

Depois de termos acabado comecei a namorar uma rapariga do Midwest que tinha conhecido online. A nossa relação consistia em conversas diárias no Facebook e em vermos televisão a longa distância.

Quase nunca falávamos de sexo, exceto para debatermos sobre o tema em termos teóricos, como algo que acontecia às outras pessoas. A nossa relação era toda palavras em ecrãs de computador, toda piadas e abertura emocional e stickers amorosos do serviço de mensagens do Facebook.

Três meses e meio depois do início da nossa relação, eu passei s dias nos subúrbios de Chicago com ela. Não fizemos nada de fisicamente mais íntimo do que darmos as mãos, beijarmo-nos ou dormirmos uma sesta juntas.

Voltei para casa com uma intensa sensação de alívio. Aquela era a relação que eu queria. Uma relação em que o sexo não era visto como necessário ou como indicador de uma relação saudável, mas o oposto: uma relação em que o sexo não era obrigatório. Sentia-me mais contente com isso do que pensava ser possível.

Em última análise, a longa distância foi o nosso fim e, depois de termos terminado, tive uma série de encontros através do OkCupid com pessoas que se identificavam como pertencendo ao grupo dos assexuais. Passei horas a navegar no sítio Asexual Visibility and Education Network, comparando as experiências dos outros com a minha própria. A assexualidade começou a fazer sentido para mim de uma forma que a sexualidade não fazia.

As pessoas a quem explico a assexualidade têm muitas vezes dificuldade em pensar na atração sexual e na atração romântica como sentimentos inteiramente distintos. Para muitos dos que experimentam ambos os tipos de atração - e certamente para grande parte dos meios de comunicação - sexo e romance são indissociáveis, como champô dois-em-um e creme condicionador.

Mas para quem se identifica quer como assexual quer como não-romântico, eles são mais como frascos separados de champô e condicionador. Eles podem funcionar bem juntos e, às vezes, é o que acontece, mas ter um não significa necessariamente que se tenha o outro.

Essa distinção, entre o sexual e o romântico, entre o físico e o emocional, é algo que eu acabo sempre a explicar cada vez que me assumo perante alguém. A assexualidade, digo às pessoas, não é necessariamente uma falta de desejo de se ter uma relação com alguém. Não é o celibato e não é uma escolha. É simplesmente uma falta de atração sexual.

Compreender e aceitar isso pode abrir a porta para experiências de amor mais diversificadas. Dá-nos permissão para dizer: "Sim, algumas pessoas querem fazer sexo e isso está muito certo, mas eu não sinto esse tipo de atração pelas outras pessoas."

E não temos de acreditar que sofremos de algum tipo de patologia por sermos assim. As pessoas que querem experimentar unicamente o amor platónico, não-sexual, dispõem de uma comunidade em que os outros as entendem e não dizem: "Provavelmente ainda não encontrou a pessoa certa."

No início do meu último semestre, o Centro LGBTQ [iniciais de lesbian, gay, bisexual, transgender e queer (lésbicas, gays, bissexuais, transgénero e queer, alguém que se pode identificar com uma ou várias das orientações anteriores)] da minha escola acolheu um novo grupo chamado Aces e Aros, que discute as identidades que se inserem no espetro dos assexuais e dos não--românticos. Senti uma repentina sensação de pertença durante a primeira reunião e passei a maior parte dela acenando vigorosamente, sentindo-me estranhamente emocionada ao ouvir os outros participantes que partilhavam as suas experiências.

Ao pensar em mim como vagamente "pan-romântica" (romanticamente atraída por pessoas, independentemente do sexo delas) e disposta a chegar a um compromisso com um parceiro no que respeita a sexo, essa reunião tinha-me convencido de que se alguma vez experimentasse o amor, isso teria de acontecer segundo os meus próprios termos, sem qualquer pressão para estar em conformidade com qualquer noção preconcebida do que faz ou não faz parte do amor.

"Sinto que encontrei o meu meio", disse ao meu terapeuta, uma semana depois. Desta vez, a sua resposta foi: "Certo, fale-me mais sobre isso".

 

fonte:http://www.dn.pt/i

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por adm às 09:09

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