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Intimidades Reveladas



Terça-feira, 09.06.15

Quer engravidar? Veja os melhores dias para fazer sexo e aumente suas chances

Mulheres que sempre sonharam com a maternidade costumam ficar desesperadas quando passam dos 30 anos sem ter engravidado. A mesma preocupação acontece com as mais jovens que querem ter um bebê, mas a gravidez demora para acontecer. Antes de culpar o marido, saiba que a gente só engravida quando faz sexo nos dias férteis. Aí você vai me perguntar, mas como descubro isso? Com a ajuda da minha amiga e ginecologista Thais Santarossa, vou te contar agora. Confesso que fiquei chocada com as revelações abaixo. Acho que preciso começar a pensar no assunto.

Ela me explicou que durante a ovulação, nós produzimos um muco transparente e pegajoso, com o aspecto de clara de ovo ou de um catarro de cor clara. Ao identificar essa secreção na calcinha, bingo! Você está no período fértil! Esse muco mantém o esperma vivo de dois a três dias e facilita a movimentação deles do útero até as trompas por ser escorregadio.

 

Porém, nem todas as mulheres têm essa secreção. Se esse é o seu caso, não se preocupe. Há outros sinais que o corpo feminino emite na nossa “semana de ouro”, como dores abdominais de um dos lados (ou de ambos), temperatura corporal mais baixa, libido aumentada e aumento da umidade vaginal. Preste atenção porque é fácil de perceber.

Outra maneira de saber quando estamos ovulando é pela famosa tabelinha. Para facilitar, eu uso um aplicativo no celular chamado Calendário Menstrual. É gratuito e tem muitos outros com a mesma função e que também podem ser baixados sem custo.

Agora, se você prefere ser à moda antiga, deve marcar no calendário o primeiro dia da sua menstruação até o início da próxima menstruação. É assim que descobrimos quantos dias dura o nosso ciclo menstrual. Na maioria das mulheres, ele dura entre 26 e 32 dias.

Por exemplo, em um ciclo de 28 dias a mulher vai ovular na metade dele, ou seja, 14 dias após o primeiro dia da menstruação. Porém, essa conta só vale para quem tem o ciclo regular. Pronto! Descobriu sua semana mais fértil? Então, é hora de fazer sexo três dias antes e continuar até depois da data prevista para a ovulação.

Agora, prepare-se para a revelação bombástica da médica Thais. Assim como eu, minhas amigas ficaram surpresas com esses números.

— Por mês, a nossa chance de engravidar na semana fértil gira em torno de 20% a 25%. Entre os 35 e 40 anos, essa chance cai para 12% e a partir dos 40 anos é de apenas 8%.

Segundo ela, o tempo médio para um casal jovem (menos de 35 anos), sem problemas de saúde e com vida sexual ativa engravidar pode chegar a 12 meses. Isso mesmo que você leu: um ano fazendo sexo de duas a três vezes por semana, em dias alternados e sem nenhum método contraceptivo.

Pois é, engravidar não é fácil e a ansiedade pode funcionar como um excelente anticoncepcional. Então, minha dica é relaxar e fazer sexo com o seu marido por amor, desejo, tesão e não pensando apenas no baby. O importante é deixar a intimidade na cama fluir naturalmente.

fonte:http://noticias.r7.com/

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por adm às 23:03

Domingo, 07.06.15

Pesquisa revela que 77% das mulheres no Brasil já foram vítimas de assédio sexual

Entrevistadas afirmam se sentirem oprimidas e inseguras no espaço público (Marcha Mundial das Mulheres/Divulgação)
Uma pesquisa feita com 2.285 mulheres entre 14 e 24 anos, com renda familiar de até R$ 6 mil, moradoras de 370 cidades brasileiras, revela que 94% delas já foram assediadas verbalmente e, 77%, sexualmente. Entre os crimes cometidos, 72% ocorreram com desconhecidos. São as famosas "encoxadas" no transporte público, a "passada de mão" durante um passeio ou o beijo forçado na balada. O estudo foi feito pela ONG ÉNois Inteligência Jovem, em parceria com Instituto Vladimir Herzog e o Instituto Patrícia Galvão. 

Pesquisa revelou também que 90% das mulheres já deixaram de fazer algo por medo da violência (Reprodução Youtube)
Pesquisa revelou também que 90% das mulheres já deixaram de fazer algo por medo da violência


Clique aqui e acesse a pesquisa na íntegra  (Reprodução ÉNois Inteligência Jovem)
 
A palavra “rua” foi a mais citada entre as entrevistadas, que afirmam se sentirem oprimidas e inseguras no espaço público, com medo de saírem sozinhas a noite ou de usar determinadas roupas que possam gerar qualquer tipo de agressão. De acordo com a pesquisa, 90% já deixaram de fazer algo por medo da violência, “especificamente por serem mulheres”.

O objetivo da pesquisa, segundo a ONG, é tentar entender como é ser menina no Brasil, sob a visão do machismo e da violência, que ocorrem de forma corriqueira, desde a divisão das tarefas domésticas à relação que menino e menina estabelecem na sociedade.

A pesquisa mostra também que conceitos de certo e errado ainda são diferentes para garotos e garotas, principalmente quando se trata de um contexto afetivo e sexual. “São dois pesos, duas medidas. Se é um cara que faz algo, 'faz parte de sua natureza'; se é a mulher, é 'culpada'”, opina Gabriela Vallim, de 20 anos, de São Paulo. fonte:http://sites.uai.com.br/a

 

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por adm às 19:55

Sexta-feira, 05.06.15

Jovem é presa por fazer muito barulho durante o sexo

A jovem inglesa Gemma Wale, 23 anos, foi condenada a ficar presa por duas semanas de  após violar uma ordem judicial para controlar o som de seus ruídos durante o sexo.

 

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Ela foi presa por violar a ordem de comportamento antissocial da Justiça de não "gritar" durante as relações sexuais, pois seus gritos estavam irritando um vizinho.

Gemma havia recebido uma ordem judicial para controlar o barulho durante o ato sexual. Um vizinho alegou que ela gritava sem parar enquanto fazia sexo.

fonte:http://www.meionorte.com/

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por adm às 19:54

Quinta-feira, 04.06.15

Muito sexo traz felicidade? Pesquisadores de Pittsburgh respondem essa questão

Quanto o sexo pode influenciar na felicidade de uma pessoa? A partir desta pergunta, tão presente na sociedade atual, cientistas da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos EUA, realizaram um pesquisa com 128 pessoas saudáveis, entre 35 e 65 anos – todas com namorados. E a conclusão a que chegaram é, no mínimo, impressionante!

O estudo apontou que quanto mais relações tiver um casal, menor será sua felicidade. Ou seja: depois de incitar os voluntários a duplicar sua frequência sexual e realizar um acompanhamento de seu estado de ânimo com pesquisas diárias, concluiu-se que o aumento dos encontros amorosos leva a uma diminuição do desejo e do prazer sexual.

O artigo, publicado pela revista Live Science, aprofunda-se nesse ponto e explica que a felicidade e a sexualidade podem estar excessivamente ligadas a um erro de análise: a nova hipótese dos pesquisadores sugere que a felicidade tem sido associada ao sexo pelo fato de as pessoas terem mais relações sexuais quando estão alegres – isto é o que chamamos de causalidade inversa.

fonte:http://www.teciber.com/

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por adm às 19:52

Quarta-feira, 03.06.15

O Sagrado Feminino: Como Lidar com a Falta de Orgasmo e o Medo da Masturbação

Por Rogerio Lubk, autor de Tantra&Sexualidade

Para muitas sociedades pré-cristãs a mulher era respeitada e até mesmo encarada como uma deusa pelo fato de conceber outra vida dentro do seu ventre. E em virtude disso, surgiram cultos e símbolos que enalteciam os atributos femininos.

As mulheres podiam dançar livremente, ter um contato mais íntimo com a natureza, se permitir sentir prazer e interpretar seus sentimentos e emoções. Essa interação da mulher com o meio e com seu lado mais íntimo formou aquilo que se convencionou chamar de sagrado feminino.

Basta olharmos para a sociedade que hoje nos cerca para percebermos que a mulher desempenha o papel da profissional que trabalha em um escritório de segunda a sexta, que estuda para poder subir na carreira, que cuida dos filhos e ainda precisa dar atenção ao marido e tarefas de casa.

Alie esses fatores que contribuem para a falta de tempo e o aumento do estresse com as massivas influências de uma sociedade patriarcal cristã e nós perceberemos claramente muitas mulheres que não conhecem seu corpo e não se permitem conhecer, que sentem medo e insegurança de se masturbar, que não sabem o que é e nem como chegar ao orgasmo.

Então, surge o questionamento: onde está aquela mulher deusa? Aquela mulher que era senhora de si, que sabia lidar com o corpo, com os sentimentos, com os ciclos naturais da vida?

Quero te mostrar que você é uma “deusa” em potencial, que pode usar o sexo para aumentar seu prazer em suas relações e obter uma maior qualidade de vida. Sem culpa, sem medo, sem bloqueios. De maneira natural e segura, como deve ser.


O PAPEL DA MASTURBAÇÃO E A TERCEIRIZAÇÃO DO PRAZER

As garotas são educadas para não falar sobre sexo. O sexo é percebido apenas como um meio de procriação. No ambiente familiar, os pais geralmente não falam abertamente sobre sexo. E, quando falam, usam os velhos e mesmos clichês “olha com quem você sai”, “use camisinha”, “você é muito nova para namorar”, “primeiro estude e depois namore”, etc.

Com isso percebemos que o sexo parece não encontrar espaço dentro da família para que seja debatido e esclarecido. O clitóris, na maioria das vezes é descoberto pela mulher por “acidente” no banho.

Claro que atualmente a sexualidade está muito mais aberta e a internet tem facilitado novas descobertas. Contudo, ainda é muito grande o número de mulheres que afirmam nunca terem se masturbado. Ou quando assumem, é com bastante vergonha. Orgasmo então, nem se fala!

A mulher que não se masturba não se conhece tão intimamente. O que pode gerar medos e bloqueios durante as relações sexuais.

E em decorrência disso, quando essa mulher entra em um relacionamento, pode adotar a postura de terceirizar seu orgasmo para o parceiro. Como se ele fosse o principal e único responsável por fazer ela chegar ao ápice do prazer.

O sexo é um ato conjunto, onde é preciso existir entrega mútua. Tanto o homem, quanto a mulher precisam ser íntimos de si mesmos para só então serem bem-sucedidos na intimidade do outro. O homem deve ajudar a mulher a chegar no orgasmo, mas a mulher também tem que se permitir chegar ao orgasmo.


CONSTRUINDO UM NOVO CENÁRIO

A melhor maneira de lidar com a falta de orgasmo e o medo no momento da masturbação, é começar a fazer um mergulho interno. A se despir de certos costumes, preceitos e dogmas que te aprisionam em grilhões invisíveis.

Permita a si mesma se conhecer melhor. Descubra quais as sensações que você gosta, o que te dá prazer. Esforce-se para chegar ao orgasmo sozinha. Você merece sentir essa sensação.

Redescubra o sagrado feminino. Inclua atividades lúdicas no seu dia a dia. Faça do sexo uma grande brincadeira, perceba e esteja consciente de todas as sensações que seu corpo for sentindo.

Converse com seu parceiro mais abertamente sobre sexo. Não importa sua idade, basta apenas você ter vontade de mudar, de querer experimentar o novo.

Só te alerto que esse exercício de autodesenvolvimento pode ser extremamente libertador e causar uma revolução em sua vida.

Se você deseja se permitir sentir prazer, obter orgasmos, aprimorar sua técnica de masturbação e elevar a qualidade do seu relacionamento sexual, é hora de começar, já é hora de deixar os medos de lado!

Recomendo que você confira o livro “Tantra & Sexualidade”, um material prático e didático que vai despertar todo potencial que há dentro de você e trazer vitalidade para todas as áreas da sua vida.

* Rogerio Lubk é editor de conteúdo há mais de 25 anos e praticante de Tantra há mais de 20. É autor do livro “Tantra & Sexualidade – Visão terapêutica sobre saúde sexual e afetiva”, juntamente com Adriana F. Silva, que é formada em psicanálise, em Massoterapia e ainda em Instrumentação cirúrgica pelo Hospital Militar.
Saiba mais sobre o livro
http://brinquedodeadulto.com.br/sobre/

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por adm às 19:59

Quarta-feira, 03.06.15

Homem injecta vaselina para aumentar tamanho do pénis

Szilveszter, pai de duas crianças, apareceu no último episódio do programa Extreme Beauty Disasters, do canal TLC, a queixar-se de dores no seu pénis, depois de ter sido injectado vaselina quente no órgão. O homem revelou a história: "Estava a falar com um amigo e eu disse que queria perder peso para que o meu pénis parecesse maior, ele respondeu: 'Não precisas de perder peso, eu posso ajudar-te.'"

O amigo injectou vaselina quente no pénis de Szilveszter e tudo parecia estar bem: "Eu estava feliz, ele parecia maior."

Mas ao fim de alguns meses os problemas começaram a surgir: "Era doloroso e sangrava. Fui ao médico, mas ele disse-me que não me podia ajudar. Magoava tanto que tive que parar de fazer sexo com a minha mulher. Foi o pior erro da minha vida."

No programa do canal TLC, Szilveszter foi aconselhado pelo cirurgião Vik Vijh: "O tecido cicatrizou à volta da vaselina porque é um corpo estranho, o seu corpo está a tentar expulsar a vaselina e criou estes nódulos dolorosos que eventualmente vão começar a fazer úlceras através da pele".

Segundo Vijh, o prepúcio de Szilveszter estava "15 vezes maior do que devia" e tinha que ser aberto como uma banana.

O cirurgião revelou que nunca tinha feito uma operação deste tipo antes. A cirurgia consistiu em tirar todo o tecido cicatrizado e foi um sucesso.

Szilveszter não escondeu a sua felicidade: "Estou muito melhor. Sarou bem, não magoa e funciona como deve. Eu consigo ter sexo com a minha mulher outra vez."

fonte:http://www.sabado.pt/m

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por adm às 19:59

Quarta-feira, 03.06.15

Como voltar à vida sexual depois do nascimento de um filho

As mulheres podem demorar entre um a dois anos a voltar à sua atividade sexual normal e os homens têm de ajudar durante esse processo através de comunicação.

"Perde-se um pouco o desejo. Desaparecem as formas perfeitas e a mulher sente-se menos sexy. Além disso está sempre cansada, porque vive entre fraldas e leite, com muitas noites mal dormidas pelo meio." Doze anos depois de ter sido mãe, Ana M., 35 anos, recorda os desafios que se seguiram ao nascimento da filha. "É uma história sem final feliz", confessa. Ele chegava tarde do trabalho, ela passava os dias fechada em casa com a filha. Ana "não tinha vontade", mas ele também não a procurava. "Entrámos em crise e acabámos por nos separar ao fim de um ano e meio", lembra.

Após o nascimento de um filho, tudo se altera na dinâmica do casal, inclusive a vida sexual. Embora muitas vezes planeada e desejada, a gravidez acarreta alterações físicas, hormonais e da própria rotina que podem ser difíceis de ultrapassar para muitos casais. Há uma diminuição do desejo sexual e tudo passa a girar em torno do mais novo rebento da família. E onde fica a relação entre o homem e a mulher? O DN falou com uma psicoterapeuta e com uma psicóloga de família, que explicam porque é que a chegada de um filho é uma prova de fogo para qualquer relação.

"O nascimento de um bebé tem um impacto direto e indireto na atividade sexual do casal", afirma Ana Alexandra Carvalheira, psicoterapeuta e investigadora do ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada) - Instituto Universitário. Por um lado, o corpo da mulher sofre alterações: "Além do cansaço físico, com a amamentação sobem os níveis de prolactina, o que faz diminuir o desejo sexual. Por vezes, faz-se episiotomia e episiorrafia [corte e sutura na zona do períneo] para facilitar o parto e fica uma lesão que causa desconforto e dor, capazes de comprometer a excitação sexual da mulher." Nesse campo, algumas semanas depois, tudo deverá voltar ao normal.

Contudo, Ana Alexandra Carvalheira acredita que o maior impacto é indireto. "Passam a ser três em vez de dois, e têm de se adaptar a esse triângulo. O casal tem de se reorganizar e, por vezes, isso é muito difícil e atrapalha a sua intimidade", refere a investigadora. As diferenças entre homem e mulher intensificam-se. "Na nossa socie-dade, há uma tendência para as mulheres não incluírem os homens nos cuidados do bebé, ficando, assim, sobrecarregadas", afirma. Regra geral, a mulher demora mais tempo a disponibilizar-se para o sexo.

Para Sofia Nunes Silva, psicóloga de família, "a dinâmica sexual de um casal é naturalmente reduzida, até porque a mãe tem de recuperar do parto e dar de mamar, o que diminui a disponibilidade para a atividade sexual". E a perda do desejo sexual estende-se, muitas vezes, aos homens. "A mulher ganhou peso, não está na sua melhor forma, pelo que há homens que têm menos desejo após o parto", esclarece Sofia Nunes Silva.

Muitas vezes, a mãe envolve-se de tal forma que, mesmo sem se aperceber, acaba por desprezar o companheiro. "Mas esta deve ser uma reação mais ou menos esperada", destaca a psicóloga, acrescentando que o casal tem de "olhar para esse período como sendo transitório". É importante que sejam criativos, realça a mestre em sexologia clínica.

A mesma ideia é defendida por Ana Alexandra Carvalheira. "Não se pode perder de vista o binómio homem-mulher e é preciso investir na relação. É importante a mulher querer, perseguir o prazer sexual e não negligenciar a sua sexualidade", considera a investigadora do ISPA-IU. Também os homens devem "comunicar sobre as suas necessidades eróticas, que entretanto podem mudar". Ana Alexandra Carvalheira lembra que as mamas, por exemplo, "são do bebé durante o período de amamentação. Enquanto antes eram uma fonte de prazer para a mulher, perdem toda a carga erótica que tinham".

Na generalidade dos casos, a psicoterapeuta Ana Alexandra Carvalheira diz que "as mulheres demoram entre um a dois anos a voltar à sua atividade sexual, mas há algumas que nunca mais conseguem ter o nível de desejo que um dia tiveram". Mas não tem de ser necessariamente assim. Sofia Nunes Silva lembra que "depois de recuperarem fisicamente, também há mulheres que têm o desejo aumentado". Embora alguns casais possam superar melhor os desafios, as duas especialistas acreditam que a chegada de um bebé a casa "é uma prova de fogo para a relação".

fonte:http://www.dn.pt/i

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por adm às 19:51

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