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Intimidades Reveladas



Quinta-feira, 05.02.15

Para homens, infidelidade sexual incomoda mais do que traição emocional

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Chapman, na Califórnia, comprovou o que - em teoria - muita gente já sabia: que o ciúme têm motivações distintas para homens e mulheres heterossexuais. Depois de ouvir 64 mil americanos de 18 a 65 anos, os pesquisadores concluíram que os homens se incomodam mais com a infidelidade sexual de suas parceiras, do que com a traição emocional. Já as mulheres são mais afetadas pela infidelidade emocional de seus companheiros.

O estudo quis saber o que era mais perturbador para os participantes: o parceiro fazer sexo com outra pessoa ou ele se apaixonar por outra pessoa? Entre os homens, 54% disseram que ficariam mais incomodados se descobrissem que sua mulher fez sexo com outro homem. E 46% ficariam mais perturbados com o envolvimento emocional. Entre as mulheres, resultado foi bem diferente, com 65% dizendo que se incomodaria com a infidelidade sentimental. De acordo com o estudo, homens e mulheres bissexuais, assim como os gays, não apresentaram diferenças significativas nas respostas.

O principal autor da pesquisa escreveu que "o homem heterossexual se destaca de todos os outros grupos: é o único muito mais propenso a ficar mais chateado com infidelidade sexual em vez de infidelidade emocional".

"As respostas de homens e mulheres para ameaças de infidelidade variam de dores intensas de ciúme até demonstrações de atenção para reconquistar seu parceiro. O ciúme também pode desencadear comportamentos prejudiciais e violentos, por isso é importante entender quais são os gatilhos mais potentes do ciúme", afirmou Frederick. (Com informações do site O Globo)

fonte:http://www.bonde.com.br/

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por adm às 20:09

Quarta-feira, 04.02.15

Sete sinais de que seu relacionamento está em apuros

Quando você está apaixonado – ou casado há décadas – é difícil ter certeza de que seu relacionamento é pra sempre. No entanto, pesquisadores descobriram algumas bandeiras vermelhas inesperadas que podem dar uma boa dica quanto ao que virá no futuro próximo. Descubra a seguir os sete sinais de que seu relacionamento pode estar em perigo.

1. Você se confunde com os eventos do se relacionamento
Se você se lembra de um momento feliz na festa do seu amigo, mas o seu parceiro recorda uma desavença com você, cuidado. Um estudo feito pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, com casais que moraram juntos pela primeira vez, revelou que aqueles que se lembra mais de detalhes sobre o relacionamento tendem a buscar mais o casamento. Os especialistas sugerem que a lembrança deficiente dos principais eventos pode ser decorrente do desejo de se sentir melhor quanto à direção da relação.


2. Vocês se conheceram on-line
Foi mal, cybernamorados. Uma pesquisa realizada com cerca de 4 mil pessoas em 2014 revelou que menos de um terço dos casais que se conheceram na internet acabaram se casando, considerando que mais de dois terços dos pares que se conheceram offline se casaram posteriormente. Segundo os cientistas, a abundância de opções por aí afora e a longa fase de cortejo enquanto “vocês se conhecem” são alguns dos principais obstáculos.

3. Você faz postagens exageradas sobre seu parceiro nas redes sociais
Existe um bom motive pra dar uma olhada nos updates que o seu amado faz no Facebook. De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Personality and Social Psychology Bulletin, pessoas em relacionamentos infelizes tendem a se gabar deliberadamente deles no Facebook pra lembrar os outros (e eles mesmos) que estão num relacionamento feliz. Portanto, se você compartilha, digamos, frequentemente os buquês pós-briga do seu maridinho, talvez é porque esteja tentando se reafirmar de que tudo está ok.

4. Você mantém contato com possíveis pares românticos
Segundo um estudo de 2014, flerte ocasional via texto com um colega de trabalho (mas nunca seguir à diante) é como você mantém um relacionamento estepe em potencial, só para o caso da situação atual mudar. Surpreendentemente, pesquisadores descobriram que pessoas em relacionamentos e solteiras têm as mesmas chances de manter este tipo de conexão. Manter as portas abertas? Sim, claro, mas se você precisa agir assim, é porque esta insegura em relação ao seu parceiro atual.

5. Seu parceiro é bem mais velho que você
You may find salt-and-pepper hair sexy on your Clooney look-alike, but science says you’re less likely to find lasting love with a much-older man. A 2014 study of 3,000 couples showed that same-age partners are most likely to stay together. Even a five-year age gap bumps up odds of divorce by 18%. A 10-year difference increases the percentage to 39%, and after 20? Going the distance is unlikely, perhaps because the partners don’t have enough similarities, like life experience and shared cultural references.


6. Você evita o sexo
Poucos relacionamentos sem sexo conseguem durar. Mas se você nunca está no clima, há um remédio pra isso. Transe mesmo assim! De acordo com um estudo publicado pelo Social Psychological & Personality Science, participantes com motivação mais forte para responder às necessidades do parceiro apresentaram níveis mais altos de desejo durante 21 dias de pesquisa – e eles se mantiveram por quatro meses. Já pessoas que não se importavam em ‘ajudar’ suas contrapartes apresentaram desejo sexual mais baixo, que diminuiu ainda mais após 21 dias. A saída? Continue transando mesmo que você não sinta tanta vontade, e ele deve fazer o mesmo por você.

7. Você quer resolver os problemas via mensagens de texto
Vejam vocês, casais do século 21. Uma pequena pesquisa feita em 2013 pela Universidade de Brigham Young, casais que discutem seus problemas, se desculpam um com o outro ou tomam grandes decisões via mensagens de texto tendem a ser menos felizes no relacionamento do que aqueles que preferem falar!

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/

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por adm às 20:11

Terça-feira, 03.02.15

Ainda há sexo depois dos 70?

Muitas pessoas pensam que a partir de uma certa idade o sexo deixa de existir. Com o avançar da idade, o corpo já não tem a mobilidade que tinha e o desejo já não é tão intenso. A verdade é que estas suposições não podiam estar mais erradas.

Um estudo da Universidade de Manchester e da NatCen Social Research, citado pelo Huffington Post, revela que as pessoas com 70 e 80 anos continuam a ser sexualmente activas. A equipa de investigadores falou com 700 pessoas com mais de 70 anos. Mais de metade dos homens (54%) e cerca de um terço das mulheres (31%) disseram que eram sexualmente activos.

Um terço do grupo disse que fazia sexo frequentemente – sendo este termo definido como pelo menos duas vezes por mês.

A investigação revela que a actividade sexual (ou a falta dela) está mais relacionada com a saúde e problemas na relação do que propriamente com a idade.

“Esperamos que este estudo ajuda a melhorar a saúde pública, contradizendo os estereótipos e as concepções erradas acerca da vida sexual entre os mais velhos e oferecendo aos idosos uma referência com a qual possam comprar as suas experiências e expectativas sexuais”, afirmou David Lee, autor do estudo, num comunicado.

fonte:http://sol.pt/n

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por adm às 20:07

Segunda-feira, 02.02.15

Pesquisa diz que 45% admitem fazer sexo sem camisinha, diz ministério

Pesquisa do Ministério da Saúde com base em dados de 2013 mostrou que 94% da população sexualmente ativa reconhecem a eficiência da camisinha como prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids), mas que 45% admitem que não recorreram ao método nos 12 meses anteriores ao levantamento. O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (28), durante lançamento de campanha de prevenção de DST/Aids no carnaval, que aconteceu na sede da pasta federal.

Segundo o ministério, os dados estão dentro do previsto e são semelhantes aos levantamentos de 2004 e de 2008. Na primeira pesquisa, 58% admitiam ter se relacionado sexualmente sem preservativo e 96,9% reconheciam a eficiência da camisinha. Em 2008, 48% declararam ter feito sexo sem preservativo e 96,6% tinham a percepção da importância na prevenção de doenças.

“Isso significa, de maneira muito contundente, que não podemos continuar lidando na sociedade brasileira apenas com o preservativo. É uma mensagem muito clara. A camisinha perde seu espaço? Em hipótese alguma. Mas precisaremos lidar com outras estratégias”, afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Na pesquisa de 2004, a taxa de detecção entre jovens de 15 a 24 anos era de 9,6 casos por 100 mil habitantes. Em 2013, o índice subiu para 12,7 casos. Para o ministro, o avanço na qualidade de vida dos pacientes soropositivos resultou em uma geração com menos medo de contrair a doença. Como exemplo, ele citou artistas e personalidades que morreram em decorrência da Aids nos anos 1980 e serviram como “referência” para gerações anteriores.

Arte DST Bem Estar (Foto: Arte/G1)

“Não podemos continuar desconsiderando essa mudança. Isso tem a ver com a história natural da doença, atualizada para os padrões de 2015. Ela não é a mesma doença de 30 anos atrás”, disse Chioro. “Não podemos passar a ideia de que, por haver medicação eficaz, a doença é uma coisa glamurosa. Temos que pensar em dimensão coletiva, afinal, é uma DST. A interrupção da cadeia de transmissão é desejável.”

O levantamento também mostra que a porcentagem de pessoas que tiveram mais de 5 parceiros eventuais no último ano subiu de 9,3%, em 2008, para 12,1% em 2013. A população sexualmente ativa com mais de 10 parceiros na vida subiu de 25,9%, em 2008, para 43,9%, em 2013.

“Há bastante tempo, vem se discutindo que o aumento dos casos de Aids pode estar relacionado a uma geração com mais liberdade sexual que a anterior. Houve um crescimento importante no número de pessoas com mais de 10 parceiros sexuais na vida”, diz o diretor do departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita.

Campanha
Com base na pesquisa, o ministério lançou nesta quarta-feira (28) a campanha de prevenção e combate à Aids para o carnaval de 2015. Com a hashtag “#partiuteste”, o governo pretende atingir jovens de 15 a 25 anos com o objetivo de reforçar a prevenção, o teste e o tratamento da doença no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Nâo vamos usar o #partiuteste apenas no carnaval, mas em todo o ano. É uma maneira de fazer mobilização com uma linguagem próxima aos jovens. Várias iniciativas, utilizando mídias sociais, estão sendo desenvolvidas. Quem vê aparência não vai conseguir identificar se a outra pessoa da relação tem ou não o HIV”, declarou Chioro.

A testagem de sorologia para HIV também será reforçada pela campanha, mas não há uma estratégia unificada para oferecer os exames. “O Ministério da Saúde trabalha com os municípios e estados. Alguns já anteciparam que vão fazer em clubes, sambódromos ou carnavais de rua, espaços para a testagem de sorologia. Outros disseram que vão convocar os foliões para fazerem a testagem depois. A estratégia é variada, como foi nos anos anteriores”, diz o ministro.

Camisinhas nos aeroportos
O Ministério da Saúde informou que vai disponibilizar 120 milhões de preservativos na campanha de prevenção de DTS/Aids para o carnaval de 2014. Segundo a pasta, são 70 milhões de camisinhas adquiridas mais 50 milhões de produtos que já estavam no estoque.

A iniciativa inclui a instalação de máquinas de camisinhas nos aeroportos de Salvador, na Bahia, de Recife, em Pernambuco e no Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Os terminais estão entre os de maior movimento de pessoas durante o carnaval.

 

fonte:http://g1.globo.com/b

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por adm às 20:06

Domingo, 01.02.15

Sexo supre vontade de comer doces e outros alimentos não saudáveis

Jena La Flamme é professora de sexologia e especialista em ajudar mulheres a perder peso com "prazer". Ela é autora de um livro sobre o assunto e escreve no site Pleasurable Weight Loss (Perdendo Peso com Prazer, em tradução livre).

Jena, que mora em Nova York, nos Estados Unidos, acredita que a atividade sexual e a perda de peso estão completamente conectadas, e não apenas porque o sexo queima calorias.

Em entrevista ao The Huffington Post, a especialista explicou que uma vida sexual ativa ameniza a vontade de comer alimentos que não são saudáveis.

"Se você está privado sexualmente, seu corpo sentirá a falta de sexo e irá procurar prazer em outras áreas. E é tão fácil preencher esse vazio com comida", disse. "Essa é uma parte muito importante de perder peso com prazer: abraçando sua sensualidade, bem como a sua sexualidade".

Ela ainda comentou sobre a importância do prazer nas relações sexuais, afirmando que encontrar a paz no sexo é essencial e, se você não der atenção à sexualidade, provavelmente irá suprir essa falta comendo doces.

fonte:https://catracalivre.com.br/

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por adm às 20:05

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