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Intimidades Reveladas



Sábado, 31.01.15

Sete coisas sobre o casamento que você precisa saber antes de ir para o altar, segundo a ciência

Embora cada vez menos pessoas estejam se casando hoje em dia, pesquisas sugerem que casar e manter a união é uma das melhores coisas que você pode fazer por si mesmo. Como o New York Times concluiu recentemente, “estar casado deixa as pessoas mais felizes e satisfeitas com suas vidas do que aquelas que permanecem solteiras” — principalmente durante os períodos mais estressantes da vida, como a chegada dos 30. Sim, é claro que toda mulher deseja ser tratada pelo parceiro como uma “rainha”. E uma rainha de verdade deixa o drama de lado pra pensar no que realmente está em jogo. Antes de subir no altar você vai querer conferir as dicas reunidas pelo Business Insider:

1) Se você esperar até os 23 para se casar, há menos chances de se divorciar.
Uma pesquisa de 2014 feita pela Universidade da Pensilvânia descobriu que cerca de 60% dos americanos que têm filhos ou se casam aos 18 acabam se divorciando, enquanto aqueles que esperam até os 23 para qualquer uma dessas situações têm apenas 30% de probabilidade de se divorciarem. A revista Atlantic sugere que isso ocorre porque quando nos casamos jovens não somos maduros suficientes para escolher o parceiro adequado.

 

2) Aquela fase de paixão intensa dura cerca de um ano.
A fase da lua de mel em que ambas as partes estão extremamente apaixonadas e vivendo sentimentos intensos de atração e êxtase não dura pra sempre. Segundo um estudo de 2005 da Universidade de Pavia, na Itália, essa fase dura somente cerca de um ano.

3) Você acaba percebendo que não é mais só você consigo mesmo.
Assim que você começa a morar junto com alguém você percebe que ambos têm prioridades e tolerâncias diferentes — o que, por um instante, pode causar um problemão ou simplesmente não causar. “As pessoas têm que entrar num acordo com a realidade de que ‘nós realmente somos pessoas diferentes’”, disse a terapeuta de casais americana Ellyn Bader. “Você é diferente de quem achei que você fosse ou queria que você fosse. Temos ideias diferentes, sentimentos diferentes e interesses diferentes”. É uma evolução estressante, porém necessária.

 

4) Se você fica contente quando seu parceiro vem com boas notícias, então terá um relacionamento melhor.
Em diversos estudos, casais que celebravam ativamente notícias boas (em vez de desconsiderá-las) registraram uma taxa maior de bem-estar no relacionamento. Por exemplo, se uma esposa chega em casa e divide com o marido uma boa notícia em relação ao trabalho, a melhor coisa que ele tem a fazer é dar uma resposta “construtiva-ativa”:

• Construtiva-ativa: “Que notícia boa! Eu sabia que você era capaz, ainda mais depois de tanto trabalho duro!”.

• Construtiva-passiva: um sorriso e apenas um “Que notícia boa”.

• Destrutiva-ativa: “Isso significa que você vai trabalhar mais do que já tem trabalhado? Tem certeza que vai agüentar isso?”

• Destrutiva-passiva: “Sério? Meu, você não sabe o que aconteceu comigo hoje no caminho de volta pra casa!”.

5) Os casamentos mais felizes são entre melhores amigos.
A Agência Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA descobriu através de uma pesquisa feita em 2014 que o casamento realmente traz a sensação de bem-estar, principalmente àqueles que são amigos próximos. A amizade, segundo a pesquisa, é o principal mecanismo que ajuda a explicar a relação entre o casamento e a satisfação.

 

 

6) Quanto mais parecida é a idade do casal, menor é a probabilidade de se separar.
Um estudo da Emory University, nos EUA, feito com 3 mil pessoas – divorciadas e casadas – descobriu que a diferença de idade está ligada ao desgaste no casamento. A pesquisa revelou que um ano de diferença entre o casal torna os parceiros 3% mais propícios ao término (quando comparado a um casal da mesma idade); uma diferença de cinco anos entre o casal já faz a estimativa subir para 18%, e um casal com 10 anos de diferença tem 39% de chances de se divorciar.

7) O ressentimento só aumenta em casais que não dividem as tarefas de casa.
Mais de 60% dos americanos dizem que ajudar nas tarefas de casa é um dos pontos cruciais para um casamento durar. Em sua obra “Não é você, é a louça”, a escritora Paula Szuchman recomenda um sistema onde cada pessoa fica com as tarefas que sabe fazer melhor. Resumindo: se você é realmente melhor lavando louça do que passando roupa, então essa deveria ser a sua tarefa. Isso irá tomar menos seu tempo do que do seu parceiro, assim como o seu ele(a) vai gastar menos tempo passando roupa do que você gastaria. “O que no final significa que vocês economizaram bastante tempo”, diz Paula.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com/b

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por adm às 20:03

Terça-feira, 27.01.15

Sete atitudes que você deve evitar ao ficar solteira novamente

O fim sempre chega cedo demais, e não é novidade que você seja o último a saber desta vez. Mas ao invés de ter pena de si mesmo, existem outras coisas que, segundo o site Love Panky, você deveria evitar pra tornar a transição entre “recém-separada(o)” e fabulosamente solteira(o) muito mais fácil. Confira a seguir e tire essa de letra!

1) Entrar em pânico
E agora, quem vai me ligar? Que vai me fazer carinho? Quem vai me amar? Estas são algumas das perguntas que podem aparecer de repente quando você se vê solteira. Mas quando todas as questões, dúvidas e a dor começam a acumular tudo de uma vez, você pode começar a se sentir preocupada e em pânico. Tenha em mente que você ficou com alguém apenas durante um capítulo da sua vida. Por mais que não pareça, já é tudo passado.


2) Apontar dedos
Pra funcionar, um relacionamento exige duas pessoas. Culpar a si mesmo não vai trazer simplesmente nada de volta. No fim das contas, a gente acaba somente pensando num monte de coisas que nos arrependemos e que não levam a lugar algum. O melhor é aceitar os fatos, pois ambos fizeram o que puderam (ou o que achavam que podiam) e culpar o(a) ex também só vai criar ressentimento dentro de você.

3) Passar muito tempo sozinha(o)
Após um término difícil, é sempre bom ter a companhia de alguém que te põe pra cima. Ficar sozinho num momento tão vulnerável pode abrir espaço para pensamentos pouco saudáveis que vão destruir sua autoestima.

4) Falar demais sobre o(a) ex
Seus amigos estão aqui pra ajudar, mas todo mundo tem um limite. Na primeira semana você está desculpado em ficar nervoso, desabafar e botar as energias ruins pra fora. Eles provavelmente vão entender e fazer você dar risada no final.


5) Guardar coisas do(a) ex
Não adianta, porque apesar daquela peça de roupa dele ou dela conservar seu perfume, um pedaço de pano não vai prolongar o tempo que a pessoa esteve em sua vida. Só torna a superação mais difícil. Reserve um dia pra juntar todas as coisas do(a) ex numa caixa e livre-se daquilo tudo de uma vez.

6) Frequentar locais que vocês iam juntos
A menos que você queira sofrer, caia fora do point que vocês costumavam ir. Só apareça quando tiver superado e pronto para criar novas memórias do lugar.

7) Perseguição online
Em algum momento você pode ficar curioso(a) de saber como está o seu ou a sua ex-namorada. Mas se você vai usar a sua velha amiga rede social para isso, se prepare para a possibilidade de a pessoa estar superando o fim melhor que você. Pode ser tentador postar suas queixas na internet, onde você pode conseguir a simpatia de todo tipo de gente. Mas nunca há um bom motivo pra tornar um problema privado num problema público. Facebook e Twitter não são seus diários!

fonte:https://br.mulher.yahoo.com

 

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por adm às 19:52

Segunda-feira, 26.01.15

Sexo. Não deve ir à casa de banho antes

Se há coisa que não falta são mitos em torno do sexo. Mas há algo que tem de parar imediatamente de fazer antes da relação sexual: urinar.

Apesar de durante muitos anos ter sido promovido como algo que previne infecções, o urologista norte-americano David Kauffman defende que urinar antes da relação sexual sexo aumenta a probabilidade de apanhar infecções, especialmente no caso das mulheres.

“É a principal causa das infecções urinárias pós-coito, também conhecidas por cistite de lua-de-mel”, afirmou o especialista, citado pelo Independent.

Durante o acto sexual, a bactéria vaginal pode ser empurrada para a uretra, permitindo que esta chegue com maior facilidade à bexiga, provocando uma infecção.

O serviço nacional de saúde norte-americano aconselha que se urine depois do sexo para prevenir infecções. Beber muita água também é importante não só para se manter hidratado como para eliminar a bactéria do trato urinário. 

fonte:http://www.sol.pt/no

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por adm às 20:42

Domingo, 25.01.15

Oito passos para consertar um relacionamento depois da traição

O adultério pode desencadear consequências devastadoras num casal, e por diversas vezes é apontado como fonte de separações, indisponibilidade emocional e violência. Mesmo assim, mais da metade dos casados decidem reparar o dano juntos ao invés do divórcio. Infelizmente, a cura não é um processo que acontece do dia para noite, e até os pares mais comprometidos podem se ver emboscados por sentimentos de mágoa, culpa paralisante e ressentimento. Afinal, cristal quebrado tem conserto?

De acordo com a Dra. Janis A. Spring, psicóloga e autora de diversos livros sobre a reconstrução da confiança entre casais, sim, mas é preciso ter coragem para perdoar. Veja a seguir as nove dicas que ela concedeu ao Reader’s Digest, e supere os obstáculos da infidelidade ao lado de quem você ama. 

1. Honestidade em primeiro lugar
Ao descobrir a infidelidade, Spring sugere que a parte prejudicada detalhe suas queixas ao parceiro, articulando declarações emocionais e impiedosas. “É vital que a pessoa magoada se sinta ouvida”, enfatiza a especialista. “É fácil ficar louco de tristeza, mas os adúlteros precisam entender que existe uma linguagem para conversar sobre a dor.” 

  1. Assuma a culpa 
    Tão importante quanto, o traidor deve estar preparado para enfrentar a dor de cabeça que a infidelidade criada por ele trouxe à tona. Muitos infiéis se sentem paralisados pela culpa – tudo porque enxergam o affair como um dano irreparável, e erroneamente insistem que seus parceiros deixem a dor para trás em vez de se afligirem. Spring insiste que o ofensor assuma a culpa pela dor que causou ao invés de defender ou diminuir o impacto, caso pretenda reconstruir a confiança. 

    3. Desculpas por escrito
    Depois que o adúltero ouviu abertamente e compreensivelmente à declaração do(a) parceiro(a), Spring sugere que ele ou ela responda à situação com suas próprias palavras. Escreva uma carta detalhada para provar que compreende a tristeza que causou. E um mísero “me desculpe” não vai colar. “Pedir desculpas e prometer que não vai fazer novamente não significa nada depois que você traiu. Agora é necessário provar que você ouviu e entendeu o parceiro num nível mais profundo: ou seja, é preciso especificar exemplos de como você magoou a outra pessoa e quais serão suas ações para provar que não fará a mesma coisa no futuro”, explica ela. 

    4. Evite o perdão barato
    Às vezes o desejo de salvar o relacionamento ofusca a necessidade de expressar a frustração, e as pessoas acabam perdoando antes de terem a chance de superar a questão. Spring chama isso de ‘perdão barato’, e afirma ser um comportamento comum em pessoas que têm mais medo de ficarem sozinhas do que ficar com um parceiro infiel. Além de dificultar a recuperação do trauma, aqueles que tomam esta decisão se expõem a futuras traições no futuro, já que não forçaram seus parceiros a entenderem sua dor. 
  2. Divida a responsabilidade 
    Embora um dos parceiros esteja mais afastado do relacionamento, ambos são responsáveis por um caso de traição. Spring esclarece que o parceiro infiel deve atribuir para si 100% da culpa (pois ninguém é forçado a trair), mas a vítima da história também deve reconhecer seu próprio erro de querer alimentar uma união infeliz, não importa quão pequena seja essa participação. 

    6. Redefina a intimidade sexual 
    Um dos maiores obstáculos do processo de cura se encontra sob os lençóis. “Geralmente, um casal sente que existe uma terceira pessoa entre eles, como um fantasma, e essa concepção inibe o sexo”, afirma Spring. E o fantasma pode ter consequências horrorosas: o parceiro infiel costuma se sentir pressionado a agradar na cama, levando à distração e baixo desempenho. A outra parte, machucada e insegura, interpreta a situação como uma falta de interesse e atração física. O melhor, sugere Spring, é manter o diálogo aberto sobre desejos e medos que eventualmente levam a vulnerabilidades físicas. 
  3. Ignore os aforismos 
    Embora o senso comum reproduza a máxima “uma vez traíra, sempre traíra”, Spring condena o conselho. “É uma presunção bastante perigosa. Muitos adúlteros vêm até mim se sentindo divididos pelo que fizeram, ou porque querem aprender a parar. Sim, há pessoas que vão trair sem cessar. Entretanto, existem aquelas que vão fazer uma vez, e nunca mais. Aprenderam a lição”, explica. “Se o parceiro não quer te ouvir quando você fala sobre a dor que ele causou, provavelmente não vale a pena reconstruir a confiança.” 

    8. Teste de realidade
    Embora depois da traição o casal sinta que faz parte do único relacionamento disfuncional que existe, ainda assim a maioria dos casais de longo prazo passam por pelo menos um episódio de infidelidade. E mesmo diante do estigma que cerca o tema adultério, no fim as contas, muitos deles acabam se sentindo mais próximos e honestos um com o outro do que antes do affair.

 

fonte:https://br.mulher.yahoo.com

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por adm às 17:13

Domingo, 25.01.15

Homens: 10 razões por que têm medo de se comprometer

  1. Porque têm medo de perder a liberdade

Convenhamos que têm razão. A pessoa tem a sua vidinha (des)organizada em torno de amigos, e saídas, e jantares, e imensos e fantásticos serões a jogar playstation até às tantas como se não houvesse amanhã com copos espalhados por toda a casa e o primo Vasco a dizer palavrões e a acordar os vizinhos (pronto, ponham lá a versão intelectualoide de ficar a ouvir o Chick Corea e a ler António Lobo Antunes), e no outro dia pode-se dormir até às tantas numa cama que já não vê lençóis lavados desde que foi comprada no Ikea, há mais ou menos seis meses (pronto, numa cama com lençóis lavados de fresco bordados na Madeira onde só ele dorme sem ninguém a dar-lhe pontapés e a falar enquanto dorme). E pronto, não é fácil dizer adeus a isto tudo.

  1. Porque têm medo de perder o espaço

Não é ‘espaço’ emocional (bem, esse também) é espaço físico mesmo, espaço para pôr os jogos, os jornais, a coleção de tio Patinhas que herdou dos primos há 34 anos, mais a coleção do ‘Monde Diplomatique’ e da ‘National Geographic’ e da ‘Autohoje’, e de repente chega uma tipa e a casa de banho fica cheia de frasquinhos e frasquetas e geles e jarras e algodões e a casa enche-se de almofadas e velas e incensos e cabelos e depois tem de estar sempre tudo minimamente arrumado, quando não histericamente arrumado, embora claro que sejam elas que arrumem. Mas pronto.

  1. Porque não gostam da ideia de ter uma parceira para o resto da vida

O que também se percebe, mesmo que nos últimos dez anos tenham tido tipo uma parceira e meia (a Paula Cristina que fugiu ao fim de dois dias) há sempre o fantasma de se passar anos a comer feijoada e depois um dia apetecer-nos caril de camarão e depois a feijoada descobre tudo (descobrem sempre) e o caril também descobre tudo acerca da feijoada e depois ele fica sem uma e sem outra o que é sempre mau.

  1. Porque já se deram mal antes

É a razão mais comum (dizem os psicólogos) para um homem não se comprometer. Ele da primeira vez lá se deixou arrastar porque enfim, casar é o que é suposto a pessoa fazer a uma certa idade ou estava mesmo apaixonado ou ela lá o convenceu ou era novo e não sabia o que fazia, mas depois a coisa correu mal, ela descobriu tudo acerca da Joaninha/descobriu que o Joaquim Carlos da contabilidade tinha mais em comum com ela, e pimba, a coisa acabou em tsunami afetivo que lhe roubou de uma assentada o presente, o futuro e não se sabe se também o passado, e a partir de então jurou que nunca mais o apanhavam noutra.

  1. Porque as mulheres esperam um herói

E eles têm medo de não estar à altura, têm medo de cair do pedestal, têm medo que elas percebam que eles ressonam, e não são tão cultos como parecem, e não são tão giros como pensam, e de qualquer maneira têm medo de se dar mal por coisas em que eles não querem nem sequer pensar.

  1. Porque não estão com a mulher certa

Meninas: capacitem-se: às vezes eles não se comprometem simplesmente porque sabem muito bem que aquela não é a mulher da vida deles, e percebem esse tipo de coisa com muito mais clareza do que as mulheres, pressionadas para ficarem com qualquer um. Depois como são cobardes e/ou caridosos não nos querem atirar isso à cara, e também lhes dá jeito ter alguém com quem ir jantar fora ou ao cinema de vez em quando, ou então têm medo de nos dar com os pés assim de repente, podemos ter um AVC no meio da avenida ou na sala dele, ou então podemos sacar da faca da Becel e dar-lhes com ela na carótida, que deve ser uma morte horrível, de maneira que vão engonhando, e podem engonhar infinitamente até ao ano 3000, quando nos dirão, no seu leito de morte, “Sabes, Maria Amélia, estivemos juntos 89 anos e meio mas nunca foste a mulher da minha vida”. Basicamente, se ele não está interessado, não está interessado. Arranje alguém que esteja e não engonhe mais.

  1. Porque têm medo da intimidade

Estar com uma pessoa no dia a dia é muito diferente de a levar a jantar e a sair e a dormir de vez em quando. É partilhar as noites e as manhãs, é decidir o que é que se traz do supermercado e quem é que lá vai, e a que horas é que se deitam, e quem lava a banheira, é combinar onde é que se vai de férias e com quem, e se vai haver filhos ou não, e se o bebé se vai chamar Afonso Augusto como o avô ou Ruben Joacir como na telenovela.

  1. Porque odeiam sentir-se pressionados

As mulheres insistem e quanto mais correm atrás mais eles fogem. Insistir dá sempre mau resultado, a longo ou a curto prazo, mas elas ainda não perceberam isos, ou então elas já perceberam isso há muito tempo mas há um prazo para ter filhos, coisa que os homens parecem ter ainda mais dificuldade em perceber, e a maioria também não percebe porque raio querem as mulheres um bebé, uma coisa que só chora, dá trabalho e não anda sozinha nem diz coisa com coisa até bastante tarde.

  1. Porque já se habituarem a viver sozinhos

É outra das razões mais comuns. Meninas: se deram com um engonhador em série, que vos faz olhinhos e bate a pestana e dá conversa mas depois nunca de facto vos convida para um fim de semana romântico (ou convida mas depois a coisa nunca passa daí), esqueçam: ele não quer mudar de vida. Não vos quer na vida dele. Tem demasiado medo das mudanças que vocês trariam. Se calhar não sabe o que perde, mas a verdade é que está no seu direito. Escolham um homem sem medo de arriscar.

  1. Porque ainda é demasiado cedo

Às vezes é tão simples como isto… As mulheres correm muito e andam sempre cheias de pressa, eles podem precisar de mais tempo para decidirem se aquela relação funciona ou não. E estar assim, sem comprometimento, às vezes é tão romântico… 

 

fonte:http://activa.sapo.pt/s

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por adm às 17:06

Quinta-feira, 22.01.15

Estudo revela posição sexual mais perigosa para o homem; descubra

"Mulher em cima" pode causar a fratura do pênis do homem, diz pesquisa brasileira

 

A posição sexual em que a mulher fica em cima do homem durante a relação é considerada a mais perigosa. De acordo com pesquisadores e cientistas da cidade de Campinas, interior de São Paulo, tal posição é responsável por metade de todas as fraturas penianas sofridas durante o sexo. O estudo foi publicado no jornal Advances in Urology.

De acordo com as informações do jornal The Independent, foram examinados 44 casos de homens com fratura de pênis, durante um período de 13 anos. Desses, 42 casos foram em consequência da "perigosa" posição sexual. 

Segundo o estudo, a fratura peniana pode acontecer pois a mulher controla o pênis com seu peso corporal inteiro durante o ato sexual. A parceira pode não perceber ou não interromper quando acontecer houver  " uma penetração errada".

 

 

Para os pesquisadores, a posição mais segura durante o sexo é a que o homem fica em cima da mulher, que também é bastante comum. Desta forma, o homem de controlar os seus movimentos e não ser manipulado, assim ele terá controle, no caso de sentir alguma dor. 

 

fonte:http://noticias.r7.com/s

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por adm às 19:50

Segunda-feira, 19.01.15

Portugueses que traem não se sentem culpados

Inquérito revela que ter um relacionamento extraconjugal não causa peso na consciência de 91% dos portugueses que procuram amantes num site criado para o efeito.

 

Já se sabia que cerca de cem mil portugueses estão inscritos no maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo, o Ashley Madison. Agora, a empresa revela que, num estudo que realizou, 91% dos inquiridos diz não ter qualquer sentimento de culpa com a traição.

Segundo os responsáveis pelo site, três mil utilizadores portugueses responderam a um inquérito, em que lhes era perguntado se sentiam "peso na consciência depois da consumação da relação extraconjugal". Desse universo, 91% respondeu que não, que não sentia peso na consciência.

55% dos inquiridos ainda garante ser infiel "uma a três vezes por mês".

À pergunta "o que procura no/a amante", 29% responderam "sexo", enquanto 11% escolheram "carinho", apesar de 83% dos utilizadores garantirem que a inteligência também é um fator importante "na hora de eleger o/a parceiro/a ideal para uma relação extraconjugal".

Mesmo assim, e apesar de não sentirem culpa, o utilizador continua a ter "medo de ser apanhado", é dito. 39% garantem que um motel é o local ideal para se encontrarem com o/a amante, 27% preferem trair "durante uma viagem" e apenas 11% levam o/a amante para a própria casa.

Já são mais de cem mil os portugueses inscritos no maior site de relacionamentos extraconjugais do planeta, o AshleyMadison.com. O site está disponível no país há cerca de um ano e só nos primeiros três dias por cá conseguiu cerca de 30 mil inscritos.

Os dados oficiais do site mostram que a maioria dos infiéis são naturais do norte do país, com Braga (quase 17 mil inscritos) e Porto (15 mil) a encabeçarem a lista. Lisboa encerra o "pódio" de cidades portuguesas com mais registados, com mais de 13 mil utilizadores.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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por adm às 21:12

Segunda-feira, 19.01.15

O corpo inteiro é um grande ponto G

No vocabulário sexual uma letra gera dúvidas há décadas: o “G”. O ponto G realmente existe? É preciso encontrá-lo para chegar ao orgasmo? A busca desenfreada por sua descoberta vale a pena? São muitas as dúvidas que cercam o imaginário feminino e masculino quando o assunto é sexualidade.

O psicólogo clínico do Hapvida, André Assunção, afirma que o ponto G existe e depende de cada pessoa, da descoberta do próprio corpo e suas necessidades. Biologicamente, ele diz que o ponto de estimulação na mulher é o clitóris e no homem o ponto fica na próstata, mas na relação sexual a estimulação masculina está concentrada no próprio pênis. Porém, o corpo todo é um grande centro de estimulação, observa o especialista.

 

“Depende de cada pessoa. Pode ser no pescoço, atrás da orelha, pernas, mãos, enfim, cada um precisa descobrir o que lhe dá prazer”, reforça André.

Masturbação é o caminho para o autoconhecimento

Para ele, a ideia do ponto G serve para que os parceiros trabalhem a estimulação de suas zonas erógenas e por isso é preciso conhecer o próprio corpo. “Daí a importância da masturbação, que é a porta de entrada para o autoconhecimento do corpo”, diz o psicólogo. Geralmente, as mulheres que nunca chegam ou pouco chegam ao orgasmo são porque desconhecem o próprio corpo e por não saberem como estimular seu foco de prazer.

Após conhecer o próprio corpo por meio da masturbação, é fundamental a cumplicidade do casal para que ambos sejam estimulados de acordo com seus desejos. “Antes de tudo, é preciso respeito e parceria para satisfazer e ficar satisfeito”, diz o psicólogo ao ressaltar que, em seu consultório, as mulheres sempre são as mais interessadas e procuram sempre se informar sobre o assunto.

“Elas são geralmente mais esclarecidas sobre estimulação corporal. É preciso lembrar que o corpo todo é uma grande zona erógena e não somente o órgão sexual, como alguns homens ainda pensam”, afirma.

 

Tamanho do pênis não importa

Segundo André, alguns homens ainda dão importância para o tamanho do pênis, quando o que interessa é o seu manuseio e a sua forma. O mesmo vale para o tempo estimado de uma relação sexual. Não é a quantidade de tempo, mas a qualidade do ato. “Uma relação de 20 minutos que é bem elaborada, saudável e prazerosa é muito mais satisfatória do que uma hora de sexo sem muito proveito”, diz, ao afirmar que, nesse sentido, o sexo está na cabeça de quem faz.

“Biologicamente, nascemos com o ponto G definido, mas ao longo da vida, vamos sentindo e escolhendo as nossas próprias áreas de prazer”, conta.

Como dica para os casais, é muito importante ler e buscar informações sobre o assunto, descobrir o que o corpo oferece, estimular as zonas erógenas e procurar tratar a sexualidade com naturalidade e clareza. “É preciso se libertar de preconceitos para que a vivência da sexualidade seja proveitosa e satisfatória e, até para educar os filhos para serem libertos e encarar a sexualidade com naturalidade”, conclui.

Para a secretária M.A.C, de 29 anos, o ponto G está relacionado ao autoconhecimento. Ela aprendeu o seu ponto G descobrindo o próprio corpo, o que só foi possível quando parou de pensar em satisfazer só o parceiro. “Estou no meu segundo casamento e as coisas só melhoraram, pois percebi que antes de querer satisfazer o parceiro, é preciso estar satisfeita”, conta a secretária. Casada há quatro anos, ela vive, na cumplicidade do casamento, as descobertas diárias do próprio corpo.

 

fonte:http://g1.globo.com/

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por adm às 20:12

Segunda-feira, 19.01.15

6 hábitos que podem dar cabo da sua vida sexual

A vida sexual tem muito que se lhe diga. Dá trabalho e exige uma entrega total da parte de ambos. No entanto, existem alguns hábitos que influenciam as relações sexuais.

 

O site da apresentadora norte-americana Oprah Winfrey fez uma lista dos hábitos que fazem com que tenha menos vontade de fazer sexo e que não tenha tanto prazer quanto é possível.

1.    Cuidado com o que come: Existem certos alimentos que devemos evitar comer antes de fazer sexo – feijões, cebolas, alho, amendoins, rebuçados de canela e tofu. Todos estes alimentos têm uma grande dose de oxalato, uma substância que acentua a vulvodínia (dores na vulva), caso a mulher esteja predisposta a este tipo de problemas, explica a ginecologista da faculdade de medicina da Northwestern University Lauren Streicher.

2.    Ter atenção aos medicamentos: Existem vários remédios que fazem com que as pessoas não sintam vontade de fazer sexo: Anti-histamínicos (usados normalmente para o alívio de alergias) e comprimidos para curar a gripe reduzem os níveis de hidratação no corpo, deixando os tecidos (do corpo todo) secos, explica Streicher.

3.    Tomar a pílula: Parece um contra-senso, mas a verdade é que tomar este contraceptivo ‘dá cabo’ do prazer – isto acontece com 40% das mulheres que tomam a pílula. Por muita vontade que tenhamos, este comprimido acaba por interferir na relação sexual. Isto porque a pílula interfere com a produção de testosterona e de estrogénio. Quando começam a tomar a pílula, algumas mulheres sentem que as suas partes íntimas estão mais secas do que o costume. Isto deve-se ao facto da quantidade de estrogénio contida na pílula ser demasiado baixa para desencadear a devida lubrificação, mas também alta demais para autorizar o seu corpo a produzir hormonas, explica a ginecologista. No entanto, pode haver uma outra explicação: o seu corpo pode estar a demorar algum tempo a habituar-se à pílula. Se ao fim de três meses continuar a achar que o seu corpo está ‘estranho’, deve consultar o seu médico e dizer-lhe o que se está a passar.

4.     Cuidado ao tomar banho: Alguns tipos de sabonetes e gel de banho não são feitos para ‘uso interno’ e podem causar irritação. Streicher afirma que se tiver uma pele sensível ou tiver uma predisposição para alergias, os compostos químicos dos sabonetes podem causar irritações e queimaduras que podem interferir com a sua vida sexual. Para além disso, as toalhitas também podem causar problemas: contêm álcool, glicerina e outros químicos que são rapidamente absorvidos pelos tecidos da área vaginal. Assim, o melhor é optar por um sabonete ou gel de banho feito a partir de produtos naturais.

5.    Ter atenção à forma como anda de bicicleta: Se não tiver o assento da sua bicicleta bem posto, pode ficar um pouco dorido após o passeio. Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Yale descobriu que as mulheres que andavam de bicicleta com o guiador abaixo do selim sofriam uma maior pressão na área vaginal e ficavam com uma menor sensibilidade no chamado pavimento pélvico. 

6.    Usar lubrificantes: Muitas mulheres recorrem a lubrificantes para terem uma melhor experiência sexual. No entanto, alguns destes produtos possuem propilenoglicol, um composto orgânico que pode causar irritação cutânea em algumas mulheres, explica Lauren Streicher. Se costumar sentir alguma comichão ou mal-estar após o uso do lubrificante, deverá optar por outro produto, de preferência à base de silicone, recomenda a ginecologista. 

 

fonte^:http://sol.pt/n

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por adm às 16:07

Sábado, 17.01.15

Sexo regular melhora saúde do coração

Que o sexo pode ser um ótimo remédio para os “males do mundo”, não há dúvidas. Mas sabendo que ele aumenta os batimentos cardíacos e faz o corpo liberar substâncias que protegem o coração, pode ser encarado de uma outra forma. Cardiologistas indicam que 30 minutos diários de exercícios podem diminuir os problemas do coração uma vez que o aumento dos batimentos aumentam e a atividade protege o músculo de problemas como o acidente vascular cerebral (AVC) e o mal súbito.

Um estudo realizado na Universidade de Tufts, nos Estados Unidos, mostrou que o sexo regular funciona como exercício cardiovascular, aumenta as chances de combater o câncer e diminui os sintomas da menopausa e da TPM. Pesquisadores da Universidade do Queens, no Reino Unido, provaram que quem faz sexo pelo menos duas vezes por semana vive mais do que quem faz apenas uma vez por mês. Durante dez anos, os pesquisadores acompanharam mil homens que entraram na terceira idade e que tinham condições de saúde parecidas. Quem fez mais sexo, viveu duas vezes mais.

 

De acordo com Daniel Souto Silveira, cardiologista do Hospital Mãe de Deus, o sexo faz com que o organismo libere endorfina, um hormônio que traz relaxamento muscular e mental.

– A pressão alta agride o cérebro e o coração e com o relaxamento das artérias, depois do sexo, a pressão cai e melhora o fluxo sanguíneo. Para monitorar o coração, basta fazer o seguinte cálculo: a frequência total de cada pessoa é 220 menos a sua idade. Se um exercício atingir, no máximo, 85% desse valor, a pessoa está cumprindo uma atividade física saudável. Se isso for repetido por, no mínimo, 30 minutos cinco vezes na semana, é possível dizer que esta pessoa está mantendo o coração seguro. O sexo, portanto, pode ser encaixado nesse programa de atividades – explica.

Para minimizar os sintomas da menopausa e da TPM, em geral, os médicos sugerem que as pacientes usem antidepressivos que aumentam a serotonina e a adrenalina. Eis que o sexo também proporciona esses benefícios. Ainda que o período seja marcado pela falta de libido, os sintomas se apresentam de forma e com intensidade diferentes para cada mulher. Por isso, quem mantém o sexo pelo menos duas vezes na semana pode aproveitar dos benefícios que a prática trará para a qualidade de vida.

fonte:http://www.paraiba.com.br/

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por adm às 16:06

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